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segunda-feira 24,fevereiro,2020 ~ 14:17
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Como mudar os ícones dos aplicativos no iPhone

Usar aplicativos é uma tarefa que já está em nosso cotidiano. Porém, muitas pessoas gostariam de poder personalizar a imagem inicial de seus aplicativos para que eles ganhassem uma cara mais descontraída e única, com fotos pessoais, memes ou outras imagens.

Os usuários da Apple podem alterar os ícones de seus aplicativos sem a necessidade de baixar nenhum programa extra. Basta apenas criar um atalho diretamente na tela inicial do iPhone e configurá-lo corretamente para que a imagem do ícone seja alterada.

Confira neste tutorial como mudar os ícones dos aplicativos no iPhone sem precisar baixar algum aplicativo extra. O procedimento foi realizado em um iPhone 7 Plus equipado com o iOS 13, porém ele poderá ser realizado em qualquer dispositivo com este sistema operacional.

Como mudar os ícones dos aplicativos no iPhone

Passo 1: vá à aba “Atalhos” do seu iPhone. Você pode achá-lo diretamente na página inicial ou procurá-lo na aba de pesquisas.

Procure o aplicativo “Atalhos” em seu iPhone (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 2: clique na opção “Criar Atalho” para que seja aberto o menu de opções.

Clique na opção “Criar Atalho” (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 3: selecione a opção “Adicionar Ação”.

Selecione a oção “Adicionar Ação” (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 4: digite na aba de pesquisa o nome da ação que este atalho irá realizar, que é “Abrir App”. Selecione esta opção quando ela aparecer.

Pesquise a função “Arbr App” e selecione-a (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 5: agora que o atalho já tem uma ação, é preciso escolher qual aplicativo você gostaria que este atalho abra, clicando na opção “Escolher”. Para este tutorial, foi escolhido o Instagram.

Escolha o programa que você quer utilizar como atalho (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 6: clique no menu de três pontos na parte superior da aba, para poder dar o nome ao atalho. É recomendável que o nome do atalho seja o mesmo nome do aplicativo para que não haja confusão.

Clique na opção de três pontos e dê um nome ao atalho (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 7: volte novamente ao menu de três pontos e selecione a opção “Adicionar à Tela de Início”.

Selecione a opção “Adicionar à Tela de Início” (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 8: antes de clicar na opção “Adicionar”, selecione o ícone envolto em azul onde o aplicativo se encontra para poder escolher a foto que será exibida.

Clique no ícone azul para efetuar os últimos ajustes (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 9: selecione a opção “Escolher Foto” e você será direcionado para a galeria de seu telefone.

Selecione a opção “Escolher Foto” para adicionar alguma foto de sua galeria (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 10: em seguida você poderá escolher a imagem que for mais conveniente para você.

Escolha a imagem que mais for conveniente para você (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 11: ajuste a imagem que você escolheu para um formato quadrado, que será o formato que ela irá assumir ao virar ícone. Quando a imagem estiver ajustada, clique na opção “Escolher” para avançar.

Faça os ajustes dentro do quadrado e selecione a opção “Escolher” (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 12: com tudo ajustado, basta clicar no botão “Adicionar” e ele será automaticamente adicionado à sua tela inicial.

Com todos os ajustes feitos, clique na opção “Adicionar” (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Passo 13: quando você clicar neste atalho, ele será encaminhado diretamente para o aplicativo.

Seu atalho já estará acessível na tela inicial de seu iPhone (Captura de tela: Matheus Bigogno)

Pronto! Agora você pode personalizar a imagem dos aplicativos que você tem sem precisar instalar algum programa para isso.

Rumor | Tesla negocia com Governo Federal para ter fábrica no Brasil

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Com o crescimento do mercado de eletrificados no Brasil, seria natural que as montadoras começassem a trazer seus automóveis elétricos ou híbridos para o país além de, claro, produzi-los por aqui. Era estranho, no entanto, que uma das maiores expoentes desse segmento, a Tesla, nem ao menos tivesse pensando em importar alguns de seus “Models” para cá. Bem, imaginamos que deva ser por conta da falta de infraestrutura e alta carga tributária por isso, o ideal para minimizar esses problemas seria fabricar os carros aqui, certo? Pois bem, isso pode estar perto de acontecer.

De acordo com matéria da RevistaW3, documentos oficiais confirmam as conversas da empresa de Elon Musk com o Governo Federal para a criação de um complexo fabril em Criciúma-SC. Tudo teria sido intermediado pelo deputado federal Daniel Freitas (PSL-SC), que levou o assunto ao Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes.

Apesar de nada estar, de fato, confirmado, o assunto “Tesla no Brasil” passou a ganhar força quando a agenda do Ministro fora divulgada confirmando uma teleconferência com Freitas, Claiton Pacheco Galdino (Secretário de Desenvolvimento Econômico de Criciúma) e Anderson Pacheco (Engenheiro Sênior de Produção da Tesla).

Daniel Freitas seria o intermediário entre a Tesla e o Governo Federal/ Imagem: Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

O pessoal do Inside EVs e do CanalTeslaBrasil entrou em contato com a assessoria do deputado e a resposta foi a mesma. Há sim uma conversa com uma empresa que deseja abrir uma fábrica no Brasil, mas que o contato está na fase inicial, e que segue em sigilo.

Unindo as pontas

A página de Anderson Pacheco no LinkedIn confirma a identidade do engenheiro, que trabalha na cidade de Sparks, em Nevada, nos Estados Unidos, onde fica a primeira gigafábrica da Tesla. Ele está na empresa há mais de quatro anos e tem mestrado em Ciências. O engenheiro brasileiro formou-se exatamente em Santa Catarina, onde a Tesla supostamente iria erguer a fábrica no Brasil. Além disso, Freitas representa este mesmo estado no congresso.

Já Claiton Pacheco Galdino dá a dica de qual cidade iria receber esta gigafábrica, por trabalhar para a prefeitura de Criciúma, que já tem uma presença industrial forte na região e ajudaria a Tesla a ter uma proximidade com seus fornecedores e um porto a cerca de 150 km de lá, o Porto de Imbituba.

Uma fábrica da Tesla em Santa Catarina faz sentido. Outras montadoras de alto padrão possuem plantas em cidades menores, pois contam com incentivos governamentais para que montem seus pontos de trabalho em locais menos desenvolvidos. A Daimler tem uma fábrica da Mercedes-Benz em Iracemápolis-SP, já a Honda tem uma em Itirapina-SP. A BMW, por sua vez, produz o Série 3 em Araquari, Santa Catarina.

O artigo da RevistaW3 diz, ainda, que a ideia é organizar uma comitiva presidencial para visitar a fábrica da Tesla em Fremont (Califórnia) e apresentar o Brasil como o local ideal para uma linha de produção da empresa, ganhando acesso a outros mercados da América Latina.

Fonte: Inside EVs

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“Fliperama” itinerante: novo Voyager 2GO planeja levar a VR para todo o país

Quem curte realidade virtual (VR) vai adorar conhecer um centro de experiências em Realidade Virtual (VR), que garante imersão para toda a família, situado aqui mesmo no Brasil. É o caso do Voyager, uma central de entretenimento hi-tech que está atualmente investindo na expansão de seu público com sua primeira unidade itinerante. Em versão pocket e que pode ser instalada em praticamente qualquer lugar, o Voyager 2GO estreou em São Paulo, no Shopping Eldorado, por onde fica até o final de março, trazendo 10 jogos em VR. Depois dessa temporada, irá rodar por outras cidades do país.

Com estrutura modular, a versão inaugurada em São Paulo conta com sete estações de VR, mas esse novo modelo — graças à facilidade de implementação, versatilidade para se adequar a espaços físicos de tamanhos variados e possibilidades de customização das experiências — permite se adaptar a diferentes necessidades, inclusive podendo ser instalado em um estacionamento, por exemplo.

Novo modelo de negócios itinerante do Voyager permite que a tecnologia de VR chegue a mais cidades (Foto: Fidel Forato/Canaltech)

Tanto é que o Voyager planeja ter entre cinco a 10 unidades dessa espécie de “fliperama” itinerante, ainda este ano, para atender espaços que buscam boas opções de entretenimento (o que falta em grande parte das cidades do país) e, assim, democratizar essa tecnologia. Estão previstas temporadas no interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além da presença nos estados do Nordeste e do Sul do país.

Experiências disponíveis

Com preços a partir de R$19,90, a unidade móvel de São Paulo traz jogos de VR como Beat Saber, no qual o jogador tem como objetivo cortar cubos com dois sabres de luz, um em cada mão, enquanto pode escolher diferentes ritmos musicais para dar o tom da experiência. Para essa modalidade, vale escolher um bom rock.

Há alguns clássicos dos joguinhos de mobile, como Angry Birds VR: Isle of Pigs, em que o jogador segura o “estilingue” e mira nos passarinhos (ou nas estruturas de construção, dependendo da estratégia) e, inclusive, pode alterar seu campo de visão. O Voyager 2GO traz no catálogo também uma versão do Fruit Ninja VR, um dos jogos favoritos para os usuários mais estressados.

Estão ainda inclusas opções de jogos de tiro, como o Superhot e Raw Data, além do simulador de corrida Project Cars 2, do jogo de boxe Creed e o Job Simulator, que mostra o passado e o futuro das profissões e permite aos mais jovens conhecerem alguns dos desafios do mercado de trabalho.

Entre as experiências, Rodrigo Terra, Chief Technology Evangelist do Voyager, destaca o game brasileiro de aventura Y.U.K.I, que está disponível em mais de 150 países através de centros de entretenimento. A experiência simula o que era “você estar em um sábado de manhã, na cabeça de uma personagem, que mistura aquele desenho que passava na televisão com a própria imaginação.” Sobre o bullet hell, Terra o define como uma mistura da “cultura japonesa com a nossa leitura brasileira.”

A seguir, confira o trailer do jogo Y.U.K.I.:

Democratização da VR

Em outra empreitada recente do Voyager, o centro de experiências em VR abriu sua terceira operação na cidade de Curitiba. Até então, só operava com duas unidades na cidade de São Paulo. E foi justamente com essa expansão que a equipe percebeu a importância de abarcar novas regiões com a empresa. Sobre esses resultados, Terra comenta que “ficamos muito felizes com o público curitibano.”

Agora, na sua quarta operação, o Voyager 2GO, “é uma forma de atender essa demanda que estava crescendo muito. Queremos levar a experiência Voyger para mais lugares, o que está casado com nossa missão, que é democratizar tanto o acesso à tecnologia quanto à realidade virtual”, explica o Chief Technology Evangelist.

Para alcançar esse objetivo, Terra ressalta a importância desse novo modelo: “ele é modular, então pode ser montado em qualquer lugar. Aqui, há uma versão com sete estações, mas podem ser duas.” Por isso mesmo, esse projeto pode ser entendido como um Lego, que “foi montado para chegar em mais espaços, não só olhando para os shoppings, e, sim, para espaços novos, que estão buscando entretenimento.”

De acordo com Terra, a meta é “crescer de uma unidade para cinco a 10 unidades, nos próximos meses, para atender à demanda, que é grande.” Esse é um movimento que deve abrir a rede para eventuais franquias, que é “um caminho para o qual, obviamente, vamos querer olhar no futuro próximo” — mesmo que, por enquanto, todas as unidades sejam proprietárias.

Desenvolvimento da VR

Criado em 2018 pelo estúdio ARVORE — empresa especializada no desenvolvimento de tecnologias imersivas —, o Voyager teve sua primeira unidade inaugurada no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Desde então, a proposta é ser um centro de entretenimento para toda a família, com um apelo especial entre as crianças na faixa dos 12 anos. Nesse caso, o público infantil “descobre” primeiro a VR, para depois virar um possível frequentador dos espaços. Isso, claro, sem contar os gamers.

Em modelo itinerante, o Voyager 2GO traz uma seleção especial de jogos com tecnologia VR, como o Raw Data (Foto: Reprodução/ Youtube Voyager)

Nesse contexto, Terra explica que pretende “criar algo único para RA, além de trazer nossa cultura brasileira para o setor, no sentido de levar um espectro maior do que é Brasil para esses jogos. A pretensão é falar com o mundo todo, mas trazer essa brasilidade, não de uma maneira over, mas de uma forma que converse com diferentes culturas e públicos.” Movimento que é perceptível, principalmente, no desenvolvimento de games próprios.

Para aperfeiçoar a experiência dos jogadores e a própria calibragem dos jogos, são necessários testes e coletas de dados. Como parte disso, Terra comenta que com “esses movimentos de proteção de dados, temos olhado muito para formas de fazer isso de uma maneira que seja anônima, segura e com a qual as pessoas se sintam confortáveis.” Por isso, no processo de desenvolvimento, mesclam-se coletas manuais com sessões especiais, sobre as quais os usuários são avisados de que o procedimento de coleta acontecerá.

Serviço: Voyager 2GO

  • Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo/SP
  • Dias e horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 11h às 20h
  • Idade: acima de 10 anos
  • Site: www.voyagervr.com.br

Guerra anti-drones: como uma tecnologia tenta anular outra

Os drones já são parte do nosso dia a dia, mesmo que existam alguns usos mais sofisticados, como o de uma startup focada na entrega de encomendas ou ainda as aplicações na agricultura. Com preços que começam em torno dos 500 reais, é claro que se tornariam gadgets populares. Basta pensar nos perfis de fotografias com drones no Instagram ou ainda na #dronephotography com mais de 5M de menções, na mesma rede social.

Para ter uma ideia, em 2018, o mercado global de drones foi estimado em US$ 14 bilhões e deve chegar a US$ 43 bilhões em 2024. Só no Brasil, a quantidade de drones ou aeromodelos registrados na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), até julho de 2019, era de 73.317.

Conhecidos com VANTs, os drones chegam de maneira barata, rápida e quase invisível a lugares até então de difícil acesso. Outra vantagem são suas gravações e retratos em alta-definição, um prato cheio para cineastas, curiosos e, claro… espiões. Sim, eles também aproveitaram a novidade e, como toda tecnologia, o mundo dos drones tem dois lados.

Desde 2016, existem registro no país de VANTs sendo usados de maneira ilícita. No ano passado, em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, um grupo de criminosos foi apelidado de “quadrilha do drone” e utilizava os pequenos voadores para “monitorar” condomínios de luxo. No Ceará, uma quadrilha monitorava funcionários de um banco antes de assaltos. Drones também foram vistos entregando drogas em presídios brasileiros, isso sem falar no seu uso em conflitos armados.

Casos como esses colocam em xeque a adoção em massa dessa tecnologia, que ainda desperta fortes conotações negativas. Um estudo recente, no Reino Unido, descobriu que apenas 31% dos entrevistados admitiram ter uma atitude positiva em relação aos VANTs.

Medidas eficazes na defesa anti-drones são empreendidas no campo da guerra eletrônica, com a emissão de sinais capazes de neutralizar o poder ofensivo desses meios e têm sido investimento de alta prioridade do governo estadunidense. E caso essas questões nunca tenham passado pela sua cabeça ainda, confira, a seguir, uma lista de ferramentas anti-drones, disponíveis no mercado, que mostram como uma tecnologia existe para anular outra.

Sistemas de advertência

Eles estão no topo das melhores opções para proteção contra os drones indesejados. Como a maioria dos VANTs opera com sistemas baseados na frequência de rádio (2,4GHZ e 5,8GHZ), os Sistemas de Advertência identificam os sinais da comunicação entre o controle remoto e o drone. Com o risco potencial de invasão, enviam alertas às equipes de resposta. Outras medidas podem estar associadas ao alerta, como o fechamento de portas ou a paralisação temporária das atividades até a retirada do drone.

O sistema empregado por forças americanas é o Marine Air Defense Integrated System, do Corpo de Fuzileiros Navais. É um sistema terrestre móvel, dotado de radares e sensores eletro-ópticos, que possui diversas variedades móveis e estáticas para alertar sobre a presença de VANTs.

Drones são usados em todo o mundo em atividades ilegais

Câmeras analíticas

Câmeras inteligentes podem ser utilizadas, em conjunto com os softwares, para identificar e alertar sobre a presença de drones não autorizados. Utilizando um ângulo de visão panorâmico, o sistema pode ser programado para disparar alertas imediatos para as equipes responsáveis.

Detecção e neutralização

Outros sistemas combinam câmeras inteligentes e sistemas reativos, baseados em radares. Ativos 24h, esses sistemas escaneiam constantemente o entorno e acionam respostas de imagem e alarmes quando os detecta. Outras opções atuam manualmente contra drones, com sinais que podem tanto cortar a comunicação entre o drone e o seu controlador, quanto pousá-lo imediatamente.

Recentemente, o governo norte-americano adquiriu sistemas de defesa por US$ 1,2 milhão, da empresa Citadel. A iniciativa busca interceptar de drones que entrem no território estadunidense através da fronteira com o México. Os equipamentos emitem sinais periódicos numa zona com raio de 3 km para monitoramento, identificação e proteção contra VANTs, podendo assumir seu controle e pousá-los em até 3 minutos.

A maioria dos sistemas mescla essas três principais funções em seus produtos. É o caso também do Kaspersky Antidrone, que automaticamente identifica e impede que aeronaves não tripuladas entrem em áreas restritas, com uma combinação de sensores que incluem uma nova varredura a laser e tecnologias de machine learning, que não danificam os dispositivos.

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Hoje é dia de #tbt com uma curiosidade de um dos lugares mais interessantes que já fotografei em SP! O Parque Edu Chaves! Um bairro totalmente inspirado no traçado circular da Praça Charles de Gaulle em Paris (a icônica Praça que abriga o famoso Arco do Triunfo). . Aí vai a curiosidade: . ⚠️Você sabia que foi nesse Bairro que o Melhor jogador da História do Futsal começou a dar seus primeiros dribles fantásticos? Pois é! O Pq. Edu Chaves é o berço do Mito Falcão – @falcao12oficial ! . Todo mundo já sabe que ele é o rei das quadras. Muitos já ouviram falar que ele é inspiração para Neymar e ganhou elogios até de Pelé. Mas o que poucos conhecem do jogador Falcão é que ele já deu seus cortes secos em outro cenário: durante oito anos, foi açougueiro. . O craque do futsal aprendeu a moer carne com o pai, que morreu antes de ver o filho brilhar mundialmente como um dos maiores orgulhos do esporte brasileiro. Atrás do balcão, o jovem já mostrava habilidade com as mãos, e nas ruas o talento era com os pés. . Se no açougue ele fazia direitinho o trabalho de moedor, nas ruas do Pq. Edu Chaves, mostrava outra tipo de habilidade. . – Qualquer coisa ele pegava e fazia umas embaixadas. Era tampinha de garrafa, limão, moeda… o que ele pegava na rua servia – conta Ronaldo, amigo de infância. . A agilidade, as brincadeiras, a facilidade com a bola e o até o apelido são heranças do pai, que tinha semelhança com o ex-jogador Falcão, que atuou no Inter. Aos poucos, Falcãozinho passou a ser o craque da rua e com 12 anos já jogava no time dos colegas cinco anos mais velhos. . Fonte: http://globoesporte.globo.com/ . Vamos tentar fazer com que essa foto chegue até ele?! Marque o craque @falcao12oficial nos comentários! Espero que vocês curtam a foto e ele também! . Um grande abraço! . #splovers #sp4you #emcartaz_sp #guiasp24h #omelhorclick #amorpaulista #achadosdasemana #moodygrams #meucliqueestadao #saopaulocity #citykillerz #contrasts_sp #dronephotography #cidadedagaroa #fotografocriativo #bbcbrasil #ig_saopaulo #EuVivoSP #spdagaroa #falcão12 #olharesdesampa #vejasp #brazilrepost #architecture #instasdesp #architecturelovers #examenoinsta #saopaulo #saopaulo_originals

Uma publicação partilhada por soudroneiro (@soudroneiro) a 17 de Out, 2019 às 1:52 PDT

Quando um objeto em movimento é detectado, suas coordenadas são transmitidas para um servidor dedicado. Ao mesmo tempo, uma rede neural, treinada para identificar drones entre outros itens em movimento, analisa o objeto no vídeo.

Se ele for identificado como um drone, o servidor envia o comando para bloquear a comunicação entre o dispositivo e seu controlador. Como resultado, o drone voa de volta para o local de onde decolou ou aterrissa lentamente na área em que perdeu o sinal com o controlador.

Soluções caseiras

Embora menos eficientes e em escala real, é possível tomar algumas precauções mais “analógicas” para lidar com a questão dos drones: só não vale enlouquecer com as medidas de segurança. Aí, as táticas surgem à moda antiga, mesmo, como manter as cortinas do seu apartamento sempre fechadas, se proteger em carros com vidros escuros fechados e sempre passar aquele “confere” no céu — principalmente, em momentos íntimos, evitando cenas distópicas de um pesadelo recheado de revenge porn, por exemplo.

Fonte: Kaspersky; Defesa Área Naval; Blog G4S

NASA pousará na Lua “por qualquer meio necessário”, diz vice-presidente dos EUA

Nesta última quarta-feira (19), o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, fez um discurso no Centro de Pesquisas Langley, da NASA, e reforçou que os astronautas estadunidenses em breve serão lançados ao espaço a partir de solo dos EUA pela primeira vez em quase 10 anos.

Esse tem sido um dos principais objetivos da NASA. Desde a aposentadoria do ônibus espacial em 2011, os EUA pagam por cadeiras em veículos russos Soyuz, lançados do Cazaquistão, para levar astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS). A NASA concedeu à SpaceX um contrato de 1,6 bilhão de dólares para a fabricação da cápsula New Dragon e 12 missões de provisionamento da ISS. É nesta cápsula que Pence promete o lançamento de astronautas da NASA em solo americano ainda no primeiro semestre de 2020.

Pence, que também é presidente do Conselho Nacional do Espaço, falou ainda sobre o plano de levar os estadunidenses à Lua através do Programa Artemis. A agenda é que os astronautas da NASA pousem em solo lunar em 2024 e estabeleçam uma presença humana sustentável por lá até o fim da década, usando o satélite natural da Terra como um “trampolim” para Marte.

No entanto, essa agenda não é um consenso na Câmara dos EUA. No final de janeiro, um projeto de lei foi apresentado pelo democrata Kendra Horn, presidente do Comitê de Ciências da Câmara, propondo que a NASA adiasse o retorno dos astronautas à Lua apenas 2028, a fim de priorizar os planos para a exploração tripulada em Marte.

Ilustração simula astronauta norte-americano pisando na Lua através do programa Artemis (Imagem: NASA)

O projeto de lei também sugere que a NASA seja desenvolvedora e proprietária de tecnologias como o módulo de pouso lunar. Em outras palavras, a proposta é que o papel de empresas privadas no Projeto Artemis seja reduzido. A Casa Branca, em contrapartida, pediu um aumento de 12% no orçamento para a NASA no próximo ano fiscal, para que a agência seja capaz de cumprir os objetivos do Programa Artemis em 2024.

Durante seu discurso na quarta-feira, Pence contraria o projeto de lei de Kendra Horn, dizendo que “o presidente deixou claro que vamos atingir esse objetivo [pousar na Lua em 2024] por qualquer meio necessário”. Ele também elogiou a “incrível energia empreendedora” nos voos espaciais americanos. “Encorajamos a entrar em contato com eles [funcionários do setor privado] de todas as maneiras apropriadas para nos ajudar a alcançar nossa missão”, disse Pence aos funcionários de Langley. “Continuem construindo a parceria que o programa espacial americano sempre teve neste país”.

Por fim, o vice-presidente elogiou a grande contribuição das famosas “figuras ocultas” afro-americanas que ajudaram os EUA a vencer a corrida espacial. “Vocês todos sabem que estamos na casa das lendárias ‘figuras ocultas’ – mulheres afro-americanas, também conhecidas como ‘computadores humanos’, que, apesar da injustiça de trabalhar em uma instalação segregada, emprestaram à nossa nação seus incríveis intelectos e talentos e nos ajudou não apenas a vencer a corrida espacial, mas também a nos tornarmos uma união mais perfeita”.

Fonte: Space.com

Pokémon Go anuncia nova parceria com McDonalds na América Latina

Nesta quinta-feira (20), o Pokémon GO anunciou uma nova parceria com McDonald’s na América Latina e Caribe. Foi por meio de um comunicado que a equipe do famoso jogo mobile trouxe à tona a novidade. Acontece que essa parceria com o McDonald’s visa trazer experiências de jogo aprimoradas para 23 países da região.

O comunicado aponta que, a partir deste mês, os Treinadores poderão interagir com mais de 2.500 novas poképaradas e ginásios patrocinados em restaurantes selecionadas nos seguintes países e regiões: Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, El Salvador, Guiana Francesa , Guadalupe, Guatemala, Honduras, Martinica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Trinidad e Tobago, Ilhas Virgens dos Estados Unidos e Uruguai.

Pokémon GO anuncia nova parceria com McDonalds na América Latina

“Esta será a nossa primeira parceria simultânea em múltiplos países e regiões e irá se espalhar do Rio Bravo à Patagônia”, afirma a equipe durante o comunicado em questão. Além disso, é válido afirmar que em breve, os Treinadores nesses países e regiões poderão explorar mais algumas novidades.

Dentre elas, constam mais de 2.500 novas poképaradas e ginásios patrocinados em 23 países e regiões, poképaradas patrocinadas que podem recompensar Treinadores com tarefas exclusivas de pesquisa de campo e ginásios patrocinados elegíveis para Reides-EX e até mesmo em cupons de desconto e futuros eventos especiais em restaurantes selecionadas do McDonald’s.

“Fiquem ligados nos canais de redes sociais oficiais do Pokémon GO e em pokemongolive.com para obter mais atualizações no futuro. E, como sempre, estejam atentos ao seus arredores durante todos os momentos enquanto jogam”, orienta, por fim, a equipe por trás do jogo mobile.

Fonte: Pokémon Go Live

Google será investigada por discriminação contra ex-funcionária grávida

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OGoogle será investigada por discriminação contra uma mulher grávida que trabalhava em seus escritórios na Alphabet. Chelsey Glasson era uma pesquisadora de experiências de usuários na empresa, que ficou famosa ao enviar uma carta aberta em que explicava por que não voltaria ao trabalho após o término de sua licença maternidade. Depois de conversar com a Google, ela entrou com um processo na Equal Employment Opportunity Commission (EEOC), órgão que rege igualdade de gênero no trabalho nos Estados Unidos.

A CNBC teve acesso ao documento e revelou que ela acusa a Google de não ter ouvido suas queixas trabalhistas. Ela teria sido insultada por um supervisor com piadas sobre sua gravidez.

Além de o RH não a ter ouvido, ela também disse que teria sido retaliada com notas ruins de aproveitamento no trabalho. Ainda, Glasson pediu diversas promoções que teriam sido negadas, também em retaliação.

Segundo o documento datado de janeiro deste ano, ela acusa um funcionário do time de Cloud do Google, setor que negocia serviços e infraestrutura em nuvem. A empresa respondeu dizendo que não via evidências de discriminação e que negou as promoções, pois a ex-funcionária não teria capacidade de liderança para isso.

Glasson afirma que nunca houve sequer conversas com ela para que o assunto fosse apurado. Por este motivo, o processo está sendo direcionado para o setor de investigações do EEOC, o qual deve verificar o caso no Google.

Por e-mail ao CNBC, a companhia disse que modificou as formas de alerta para o que considera “conduta inapropriada”. “Informar sobre condutas erradas exige coragem e queremos dar cuidado e apoio a pessoas que levantam estas preocupações. Todas as instâncias de condutas inapropriadas reportadas a nós, são rigorosamente investigadas, sendo que, nos últimos anos, simplificamos as formas como funcionários podem informar problemas e provemos mais transparência no processo investigativo do Google”, respondeu.

Contudo, a empresa não confirmou nem negou as acusações de Glasson.

Fonte: CNBC

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Review | Jabra Evolve 75: um headset para chamadas, música e concentração

Quem procura um fone para conversar ao telefone enquanto trabalha pode ter lá suas preferências, mas vamos combinar que clareza na voz e um nível de concentração bem distinto fazem parte do pacote de exigências de um profissional que quer se manter focado no escritório, certo? O headphone que vamos colocar à prova hoje aqui no Canaltech é o Jabra Evolve 75, um dispositivo profissional e voltado àqueles que precisam manter a concentração no trabalho, participam de muitos calls ou simplesmente precisam ter as mãos livres enquanto fazem e atendem ligações — com a qualidade que uma marca do peso da Jabra pode oferecer.

Na caixinha do Evolve 75 tem os dizeres: “O melhor headset wireless para concentração em escritórios abertos”. Segundo a empresa, é um fone incrível para chamadas e também para ouvir música, inclusive unindo o melhor de dois mundos enquanto oferece cancelamento ativo de ruído. Será mesmo? É o que vamos descobrir nas próximas linhas.

Design & Ergonomia

Fones de ouvido com microfone voltados ao público corporativo costumam ter design sóbrio, elegante, com cores neutras predominando — afinal, ambiente corporativo tem esse negócio de “ar sério”, então é comum que as empresas não empreguem muitos frufrus em seus headsets. E no caso do Evolve 75, tudo isso confere: temos aqui um headset quase todo preto, com detalhes em vermelho nas conchas e na parte interna do arco, muito bem revestido, para causar o mínimo desconforto possível mesmo se o usuário ficar com ele durante todo o expediente.

Leve, mas ao mesmo tempo robusto, o Evolve 75 é um fone suprauricular com um microfone estilo boom, que você pode direcionar para a boca ou simplesmente levantá-lo e usar o aparelho apenas como fone de ouvido, sem falar. O arco tem armação metálica e uma boa liberdade para que o gadget se adapte bem em cabeças grandes e pequenas, além de ser extremamente flexível, o que garante um conforto excepcional durante uma, duas, três ou mais horas de uso. Ele é muito bem acolchoado e revestido de um material fino, tipo silicone, além de trazer um acabamento de primeira.

Detalhes do arco: armação metálica (em vermelho), revestimento em silicone e um conforto acima da média (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Nas conchas, também vemos que a Jabra se preocupou em manter a sobriedade, revestindo-as com um material leve (que parece couro), resistente, bem acolchoado com uma espuma de memória macia e levíssima, com tecido cobrindo a região dos drivers. Você simplesmente não vê costuras nesse modelo, aliás… o acabamento é realmente de primeira linha.

Do lado externo, temos alguns botões de controle (de ambos os lados); na concha da direita, há uma porta micro USB e switch liga/desliga; e na da esquerda, o botão para cancelamento ativo de ruído (ANC). Falaremos mais sobre esses detalhes a seguir, na seção de controles. Para se adaptarem bem às orelhas e sem machucar quem usa óculos, as conchas são levemente articuladas em relação à sua base. Como o fone todo é muito leve, vai ser difícil você sentir algum incômodo, principalmente se tiver a mania de colocá-lo no pescoço após uma ligação.

O microfone é estilo boom, ou seja, em haste, do lado direito. Você pode ajustá-lo como preferir para falar durante uma ligação ou reunião no Skype, por exemplo, e, ao terminar, basta voltá-lo para a posição neutra, paralela ao arco — que tem um ímã para manter o microfone “guardado” assim, magneticamente.

Controles

Particularmente, eu gosto bastante dos fones da Jabra. Acho que são muito bem construídos, práticos e com controles fáceis para o usuário acessar sem confusão. E neste headset, que é voltado a quem está trabalhando e, mesmo assim, não dispensa uma boa música, essa máxima permanece.

Do lado direito, temos uma série de controles físicos — o que é muito bom, aliás — para que você consiga gerenciar suas chamadas e músicas do seu jeito. Começando pelos botões no aro da concha, temos um switch liga/desliga, uma porta micro USB para carregamento, LEDs que indicam se o Bluetooth está conectado e se a bateria está OK.

Temos, também no lado direito, a haste do microfone e, logo abaixo de sua base, um botãozinho para silenciar ou ativar a captação do áudio — o famoso “mudo”. Na face externa, temos os tradicionais comandos de aumentar e diminuir volume acima do botão com a logo da Jabra (pressionando-os por mais de 1 segundo, você pode avançar ou retroceder uma faixa na sua playlist, também). Esse botão, aliás, serve para responder, rejeitar ou encerrar uma chamada, bem como parar e reproduzir uma música.

Botões, controles e microfone estilo boom conferem praticidade e versatilidade ao modelo da Jabra (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Do lado esquerdo, temos menos comandos: no aro, há um botãozinho que ativa/desativa o cancelamento ativo de ruído e o botão com o logo da Jabra serve como talk through, ou seja, te permite ouvir o exterior quando estiver com o ANC ligado. É só apertá-lo para que a função pause a música, cancele o ANC te deixe conversar com um colega sem tirar o fone da cabeça, por exemplo.

O legal é que, na parte externa de ambas as conchas, uma luz de ocupado se acende ao redor do logo da Jabra para indicar que você está em uma chamada naquele momento. Assim, basta avisar seus colegas para que não te interrompam quando o fone estiver com a luzinha acesa.

Bateria

O headset aguenta um ou dois dias de expediente cheio, dependendo do quanto você trabalha, claro. O Evolve 75 conta com uma autonomia de bateria de até 15 horas — o que, para headsets de uso em escritórios, é uma boa duração.

O modelo que recebemos para testes não traz o dock de carga, mas tem uma porta micro USB e vem com cabinho para carregamento direto no computador. O suporte de carga, no entanto, pode ser adquirido separadamente, caso você queira deixar o fone sempre num “pedestalzinho” descansando sobre sua mesa, enquanto ganha carga — e, de quebra, dá um toque mais tech para seu ambiente de trabalho.

Sem auto-off, é necessário ficar atento para desligar o fone quando não estiver mais usando.

Conectividade

O Jabra Evolve 75 é um modelo completamente sem fios, ou seja, sem a opção de uso cabeado/analógico em sistemas telefônicos com saída de 3,5 mm. É necessário pareá-lo com um equipamento que tenha Bluetooth ou então usar um transmissor. Nos dias de hoje, que os PABX estão dentro dos computadores, você não sentirá tanta falta do áudio cabeado — o importante é se lembrar de carregá-lo sempre para que a bateria não acabe no meio da sua conversa.

O alcance do Bluetooth é bom, e a Jabra promete uma liberdade de movimentos em um raio de até 33 metros da fonte. Se você o pareou com o computador, pode se levantar e dar uma alongada, pegar um cafezinho ou mesmo caminhar um pouquinho pelo escritório, sem cortar a conexão. Se você, como eu, gosta de ficar andando enquanto conversa ao telefone, o Evolve 75 te dará essa liberdade. Só não pode passar dos 33 metros ou colocar muitos obstáculos no caminho. Do contrário, é melhor parear o headset com o smartphone e levar os dois com você.

É possível conectá-lo com dois equipamentos simultaneamente. Deixei o headset pareado com um iPhone e um Mac enquanto trabalhava, e tudo funcionou perfeitamente. Para que você conecte o Jabra Evolve 75 com um PC ou Mac, é necessário “espetar” o adaptador Jabra Link em uma porta USB do equipamento.

O Jabra Evolve 75 é compatível com telefone de mesa (com Bluetooth), softphones (no desktop ou notebook), celulares e tablets.

O Evolve 75 vem com este dongle; você espeta na porta USB do seu computador e faz a ponte de conectividade, podendo usar o fone em dois dispositivos simultâneos — computador e celular, por exemplo (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)


ANC: Cancelamento Ativo de Ruído

O cancelamento ativo de ruído é o ponto alto do Evolve 75, principalmente porque a intenção desse modelo é te deixar focado no seu trabalho, concentrado nas suas tarefas, sem se distrair tanto com o movimento e o barulho ao seu redor. Para quem trabalha em escritórios muito movimentados, funciona muito bem. E para quem trabalha em home office, também — afinal, se você divide a casa com alguém ou precisa lutar contra barulho de trânsito, ventilador, vizinhos e ar condicionado, o ANC vai te deixar bastante imerso na sua própria atmosfera.

Testei a performance do cancelamento de ruído do Evolve 75 em um coworking com movimento normal, em uma escola e em home-office. A qualidade é, realmente, muito boa, ainda mais por este ser um fone suprauricular, que não envolve suas orelhas.

Com o ANC ativado, você não escuta quase nada do que, usualmente, escutaria no escritório no auge do expediente: conversas, telefones, máquinas de café, impressoras, pessoas se mexendo ou mexendo em suas coisas, colegas próximos… o fone cancela a maioria dos ruídos ambientes para te deixar focado no seu trabalho e isso é excelente. Para checar o que está acontecendo à sua volta, basta pressionar o botão com o logo da Jabra na concha esquerda e, sem tirar o fone da cabeça, escutar absolutamente TUDO: até mesmo o ruído das teclas do teclado enquanto você digita. Pressione de novo e pronto, a bolha volta — com música e tudo, se preferir.

O legal é que esse fone também pode ser um parceiro de viagens, tanto para quem quer escutar música, quanto para quem não larga as ligações nem mesmo no saguão do aeroporto. Claro; no avião, você não pode falar no celular. Mas aí, ele fica sendo seu fone musical, com ANC e tudo.

Com formato on-ear (suprauricular), o Evolve 75 tem um excelente nível de cancelamento de ruído, ideal para manter o foco no escritório (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Áudio

Quem conhece os fones da Jabra já sabe o que esperar de qualidade de áudio em músicas e chamadas. E quem não conhece, vai conhecer agora: a marca é uma referência mundial em qualidade e fidelidade de áudio, e não errou a mão ao lançar o Evolve 75. Por ser um headset corporativo, a primeira impressão que temos é que ele não vai dar conta de entregar um resultado para música à altura do que entrega para ligações. Ledo engano.

O Jabra Evolve 75 é, sim, moldado para a fala, tanto que chega (do interlocutor), quanto que sai (a sua, captada pelo microfone). Isso, por si só, o deixa com um perfil sonoro mais aberto e voltado às frequências mais agudas, com menos ênfase em graves e um tratamento nos médios próximo ao neutro. Para gerar mais presença, é normal que as marcas façam isso com seus headsets cujo foco principal está em ligações. Mas a Jabra também sabe que música é essencial e colocou drivers com excelente resposta e qualidade para quem não dispensa uma trilha sonora diária enquanto trabalha.

O único “perhaps”, se você for pensar exclusivamente em múisca, é o ganho (volume) geral: ele não é um fone muito alto para quem curte ouvir música no talo. O foco aqui é outro…

Graves

Tendo em mente que estamos usando um headset voltado a conferências, você já sabe que não deve esperar graves profundos e robustos. Mas, pode esperar graves precisos. Seja na ligação por telefone ou Skype ou enquanto escuta música, os graves preenchem, mas sem pressão. Durante os testes, gostei do resultado, porque é quase neutro e não subestima os instrumentos nessa faixa de frequência, dando mais definição à música.

Em Money, do Pink Floyd, praticamente não vi defeitos em graves. Toda a linha de contrabaixo de Roger Waters preenche e faz uma base bem gorda para a música inteira. Os trechos mais graves do vocal de David Gilmour, do sax tenor, o bumbo e o surdo chegam superbem aos ouvidos, com definição excelente. Por essa música ser naturalmente grave, com uma progressão de acordes bem “blueseira”, serviu bem como um termômetro de graves no Evolve 75. Inclusive, quando a música vira quebradeira, temos uma excelente percepeção de quanto os graves do Evolve 75 são bem alocados.

Durante a fala, os graves também fazem seu papel: se você está conversando com uma pessoa de voz grossa do outro lado da linha, vai ouvi-la com naturalidade, ao invés de parecer que a pessoa está falando debaixo d’água. Isso acontece porque existe definição nas frequências baixas: o ser com a mais gutural das vozes pode conversar contigo sem que você se desdobre para entender o que ele está falando. Para quem tem voz média a aguda, os graves fazem bem as vezes de vocalizações fechadas e anasaladas.

Bom para músicas, excelente para chamadas (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Médios

Os médios deste headset são bem localizados, mas não são exagerados. Aliás, é a frequência mais discreta do fone, o que não faz dele um V-Shaped, ou seja… é uma gama equilibrada que, para o que o modelo se propõe, entrega bem diferentes alcances vocais, seja de fala, seja em uma canção.

Ouvindo Stevie Wonder cantar Sir Duke, uma música com muitos instrumentos nas gamas média e aguda, eu senti um resultado harmônico em médios, mas focando apenas em médios — e logo explico o motivo. A música começa com uma frase bem grande de saxofones acompanhados apenas pelo hi-hat da bateria. Quando ela dá a pausa e Wonder chega com vocais e piano elétrico, percebemos a clareza dos médios ainda mais que na frase inicial. Nada supermédio, nada que falte tratamento. Os médios desse fone são bons e não se misturam, nem atropelam frequências vizinhas.

Durante ligações, é importante termos um perfil sonoro que não faça a voz do interlocutor soar como se ele estivesse falando por um radinho de pilha. Para isso, os médios são recuados em relação aos agudos — frequências estas que, convenhamos, merecem um trecho especial nesse review. Esteja você conversando com Alvin, aquele dos esquilos, ou com o Mum-ha, a definição em frequências médias é o que vai fazer com que as vozes graves e agudas soem com qualidade em suas chamadas. Ah, e claro, as médias também.

Agudos

Agora sim temos o grande diferencial entre um headset voltado para ligações e um fone de ouvido voltado estritamente para música. As frequências agudas, quando tratadas para o discurso, recebem mais ganho no alto para gerar transparência, presença e brilho. E é óbvio que um fone como o Evolve 75 traria isso, afinal… ele tem como principal objetivo dar definição às suas conversas. Enquanto isso funciona muito bem durante chamadas, pode soar aberto demais em músicas, incomodando ouvidos mais exigentes.

Já nas músicas… os agudos do Evolve 75 podem soar exagerados, estridentes e superenfatizados. Brilho demais pode dar um efeito legal em voz, principalmente em serviços VoIP, mas definitivamente não dão o mesmo efeito em canções, já que, além dos vocais (quando presentes), temos uma série de instrumentos competindo por espaço em agudos. Em todas, absolutamente todas as músicas que ouvi no headset, senti essa ênfase de agudos. Don’t Stop Till You Get Enough, do Michael Jackson, é um excelente exemplo para você imaginar como os agudos se comportam: fora a voz de Michael, que é “fina” por natureza, temos uma percussão constante nessa faixa que sobrepõe absolutamente tudo nessa música aqui no Evolve 75. Palmas, estalos de dedos, agogos, chimbais e chocalhos chegam com mais ganho, inclusive, que outras trilhas agudas, como a do vocal principal e dos riffs de cordas. A caixa da bateria também tem uma cadência bastante aguda, o que faz com que a música inteira soe brilhante em excesso. Você escuta bem o baixo e os sintetizadores do refrão, os trechos vocais mais graves de Michael… mas os agudos incomodam por serem extremamente abertos.

Microfone

Além do ANC, o outro ponto forte do Evolve 75 é o excelente microfone que a Jabra incluiu no headset. Graças à sua haste e seu estilo boom, ele capta, com total clareza, o que você fala — e transmite isso para o interlocutor, até mesmo em ligações via rede celular. Para conseguir o melhor em qualidade, o ideal é usar um serviço VoIP, como o Skype e o Google Meet. Absolutamente todas as pessoas que ouviram minha voz enquanto usei o headset perceberam a diferença e elogiaram a performance do microfone.

Em termos de captação, como o microfone está posicionado à frente da boca do usuário, é natural que ele capte e se foque muito mais na sua fala do que em ruídos ao redor, como um omnidirecional. Então, se seu escritório é movimentado, não se preocupe: o blablablá dos seus colegas e os ruídos de computadores, impressoras e aparelhos de ar condicionado não irão interferir na sua conversa — que permanecerá limpa e o mais livre possível de ruídos indesejados. Isso, aliado ao ANC, faz do Evolve 75 uma excelente escolha para o dia a dia de um profissional que faz muitos calls.

Microfone estilo boom que gira sobre a concha direita: ele tem um íma que, quando não estiver em uso, posiciona a haste paralelamente ao arco (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Preço e onde comprar

O Jabra Evolve 75 não é um headset barato. Ele traz uma série de tecnologias que fazem dele um modelo no segmento premium de fones para conferências. Aqui no Brasil, você encontra o modelo em várias lojas autorizadas da Jabra, e também na Amazon, onde ele está sendo vendido pelo valor de R$ 2.265 + frete (valor registrado na data de publicação deste review).

Specs

  • Tamanho do Driver: 40 mm
  • Microfone: braço boom de comprimento médio com microfone ECM unidirecional de cancelamento de ruído
  • Faixa de frequência do microfone: 150 Hz – 6,8 kHz
  • ANC: sim
  • Tempo máximo de carga da bateria: 120 minutos
  • Tempo de bateria (sem fala): até 30 horas
  • Tempo de bateria (com fala contínua): até 15 horas
  • Bluetooth: 4.0 Classe 1 (alcance até 33 metros)
  • Stand-by: até 15 dias
  • Dimensões: 21 cm x 18,1 cm x 5,3 cm
  • Peso: 177 g

O que vem na caixa

  • Jabra Evolve 75
  • Case semi-rígido de transporte
  • Cabo USB para carga
  • Manuais
  • Adaptador Bluetooth Jabra Link

OBS: o dock de carga é opcional

Evolve 75, case de transporte semi-rígido e apetrechos (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)


Veredicto: vale a pena?

Temos aqui um excelente headset para uso corporativo e que, de quebra, entrega um resultado musical muito bom, também. Com design e ergonomia de um dispositivo premium, ele é leve e acessível a ponto de você se acostumar com ele em seu dia a dia. Não pesa sobre a cabeça, não incomoda as orelhas, esteja você usando óculos ou não. É bem confortável e bonito.

O acabamento não fica atrás: o fone tem uma pegada mais séria, sem muitos frufrus, com botões físicos acessíveis e um microfone que pode ser posicionado à frente da boca durante uma chamada e recolhido paralelamente ao arco quando você estiver apenas ouvindo música — mecanismo que já é usado em outros headsets, aliás.

A qualidade de áudio é bem boa, sendo melhor em chamadas e ligações que em músicas — o que não é exatamente uma surpresa, já que este headset é voltado para quem precisa atender e fazer chamadas enquanto trabalha. Ouvir músicas nele é legal, existe uma boa definição do áudio, mas a ênfase em agudos pode torná-lo enjoativo caso você tenha ouvidos exigentes: na fala, isso gera definição e presença. Nas músicas, isso gera brilho em excesso e pode cansar os ouvidos, dependendo do tipo de som que você escuta. Mas, pode ser que você não se incomode com isso, afinal, ouvidos são subjetivos e, de maneira geral, o resultado sonoro do Evolve 75 é muito bom para você ouvir suas músicas no trabalho.

Pelo preço: vale a pena comprar um desses? (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Os dois pontos altos do modelo são o cancelamento ativo de ruído e seu microfone, ambos de qualidade excelente. Para quem trabalha em ambientes movimentados e até mesmo tumultuados, nada melhor que um fone para manter um foco: e isso é a principal vantagem do Evolve 75. Ele vai te manter concentrado — eu percebi um aumento de produtividade enquanto trabalhei durante alguns dias com ele aqui no Canaltech.

O que pesa, mesmo, é o preço: o modelo está saindo por R$ 2.300 o que pode te fazer pensar duas vezes antes de comprar um. Aí, a decisão é toda sua: se você precisa de um equipamento que te ajude a se manter concentrado no trabalho, que tenha excelente qualidade de áudio para ligações, te permita ouvir música e ainda não incomode no dia a dia, é um investimento para durar bons anos.

Apple avalia deixar o usuário trocar o app padrão de navegador e e-mail no iOS

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A Apple está estudando a possibilidade de permitir que o usuário escolha qual o aplicativo padrão poderá ser usado no lugar do Safari e do Mail do iOS, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Bloomberg, que citaram ainda abrir o HomePod para aplicativos como o Spotify.

Caso se confirme, seria a primeira vez desde o lançamento do iPhone, em 2007, ou da App Store, em 2008, que o usuário teria esta escolha, como acontece em outros sistemas como o Android, Windows, Linux ou o próprio macOS.

A mudança abriria espaço para aplicativos como o Outlook e Edge da Microsoft, Gmail e Chrome do Google, além do Firefox e outras centenas de apps. Outra mudança em estudo é liberar o uso de outros serviços de música com os comandos de voz da Siri.

De acordo com a Bloomberg, a mudança ainda está em discussão interna e, caso seja implementada, só deverá sair com uma grande atualização do sistema. A próxima, iOS 14, deve ser anunciada apenas no final do ano.

As conversas acontecem em um momento em que a empresa é acusada de práticas anticompetitivas, por exemplo, pelo Spotify junto à Comissão Europeia. O mesmo órgão europeu foi responsável por uma multa bilionária para o Google e a ordem para permitir que o usuário escolha o navegador e também o serviço de busca padrão no Android, como uma opção que a Microsoft teve que incluir no Windows no começo da década por ordem da mesma comissão.

Fonte: Bloomberg

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SUPER DESCONTO | Redmi Note 8 Pro, Mi 9 Lite, 9T e 9T Pro a partir de R$ 1.416

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Ficha técnica


*IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais.

Vencedora de nada menos que quatro troféus no voto popular e mais um no voto técnico, a Xiaomi se tornou a queridinha dos brasileiros no quesito produtos de tecnologia. Não é à toa: a companhia oferece ótimos dispositivos a preços competitivos, muitas vezes bem abaixo dos concorrentes. E muita gente, quando pensa em trocar de smartphone, considera um modelo da chinesa, uma vez que são potentes e bem mais baratos. Na Amazon, você pode comprar quase qualquer modelo da Xiaomi e não precisa esperar o processo de importação: eles já estão em estoque no Brasil!

Em outras palavras: você paga direto em reais pelo preço final, sem taxas relacionadas ao processo de importação, recebe o produto rapidinho em sua casa, paga pouco pelo frete (e muitas vezes a entrega é grátis), pode parcelar em até 10x sem juros no cartão de crédito, e ainda conta com a Garantia A a Z, que o protege contra eventuais contratempos envolvendo o envio ou o estado do produto recebido. O site pode ser acessado em qualquer navegador, usando qualquer tipo de dispositivo.

Sobre o Redmi Note 8 Pro

Uma espécie de intermediário premium focado no público gamer, o Redmi Note 8 Pro tem hardware para quem gosta de jogar muito no celular. O smartphone tem o chipset MediaTek G90T, desenvolvido especialmente para aguentar o tranco na jogatina, além de trazer sistema de refrigeração para garantir o bom desempenho e autonomia da bateria, que tem 4.500 mAh.

Ele conta com tela IPS LCD de 6,53 polegadas com resolução Full HD e 6 GB de RAM, além de 64 GB e 128 GB de armazenamento — expansível a até 256 GB via microSD. O conjunto quádruplo de câmeras na parte traseira combina sensores wide de 64 MP, ultrawide de 8 MP, macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP, contando com HDR e flash LED duplo, e conseguindo gravar vídeos em 2160p a 30 fps, ou em 1080p a 30, 60 e 120 fps. Já a câmera frontal única oferece 20 MP com possibilidade de gravação em 1080p a 30 fps.

Pontos fortes: desempenho incrível, ótima duração de bateria e bom conjunto de câmeras.

Opções para comprar o Redmi Note 8 Pro no Brasil:

Sobre o Mi 9 Lite

“O Mi 9 Lite é uma opção tão interessante quanto os Redmi mais bem vendidos do momento, porém entregando uma proposta mais ‘premium’. Pense nisso na hora da escolha”, Adriano Ponte, analista de produtos do Canaltech

Um modelo que fica entre o Mi 9 e o Mi 9 SE, este dispositivo entrega ótimo desempenho, construção e autonomia de bateria, além de conjunto de câmeras bacana, a preço baixo. A tela é AMOLED com 6,39 polegadas e resolução Full HD, o chipset é um Snapdragon 710, com processador de oito núcleos, auxiliado por 6 GB de memória RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento.

A bateria tem 4.030 mAh. Como citado anteriormente, este modelo fica posicionado entre o Mi 9 e o Mi 9 SE, oferecendo tempo de autonomia melhor que ambos. É um intermediário bastante justo, ainda mais considerando seu preço. O conjunto de câmeras inclui três sensores na traseira, sendo um com 48 MP, outro com 8 MP, e o terceiro com 2 megapixels. A câmera frontal tem 32 MP. Os vídeos saem em 4K, também.

Pontos fortes: ótimo conjunto geral e construção de topo de linha.

Opções para comprar o Mi 9 Lite no Brasil:

Sobre o Mi 9T

“O Mi 9T traz uma proposta diferente e isso não significa nem ‘o melhor preço’ ou ‘a melhor experiência’, significa ser diferente dos demais”, Adriano Ponte, analista de produtos do Canaltech

Também é chamado de Redmi K20, o Mi 9T é, na verdade, a versão global deste modelo. Ele é um pouco “diferentão” por trazer tela em toda a parte frontal, com a câmera frontal escondida em uma gaveta deslizante. É isso mesmo, o sensor de 20 megapixels fica guardado, e uma base mecânica o desliza para cima quando o usuário acionar a câmera de selfies.

Na traseira, o aparelho combina os três sensores de 48 MP, 8 MP e 13 MP, garantindo a profundidade de campo, claro. Por dentro, há um chipset Snapdragon 730 de oito núcleos, 6 GB de RAM e opções com 64 GB ou 128 GB de espaço interno, além de bateria mais poderosa, de 4.000 mAh.

Pontos fortes: ótima duração de bateria, câmera popup e tela sem distrações.

Opções para comprar o Mi 9T no Brasil:

Sobre o Mi 9T Pro

“O Mi 9T Pro é para quem gosta de uma proposta fora do comum, porém com a potência adequada para qualquer tarefa a qualquer momento”, Adriano Ponte, analista de produtos do Canaltech

Mi 9T Pro é a versão com hardware mais parrudo do Mi 9T (Foto: Divulgação)

Versão mais parruda em hardware do Mi 9T, esse aqui é a versão global do Redmi K20 Pro. Esta versão traz chipset topo de linha e o mesmo conjunto de câmeras do modelo mais acessível. E isso inclui a câmera pop-up na frontal, além da tela gigante e sem distrações.

Resumindo, o aparelho tem tela Super AMOLED de 6,39 polegadas (um pouquinho maior do que a do Mi 9T) e resolução Full HD, além de processador Snapdragon 855 de oito núcleos com 6 GB de RAM, e opções com 64 GB, 128 GB e 256 GB de armazenamento. Para selfies, a câmera única tem 20 megapixels com HDR, enquanto a câmera frontal é tripla: há um sensor wide de 48 MP, outro telephoto de 8 MP, e um terceiro ultrawide de 13 MP.

Pontos fortes: hardware topo de linha, câmera popup e tela grande sem distrações.

Opções para comprar o Mi 9T Pro no Brasil:

Está interessado em outro produto da Xiaomi? Veja a lista com mais ofertas na Amazon!

Mas por que o preço varia na Amazon?

Para produtos da Xiaomi, a Amazon.com.br funciona com o sistema de marketplace. Isso significa que são vários vendedores anunciando um mesmo produto, e cada um oferece pelo seu preço, como um leilão. Você pode escolher aquele que for mais conveniente, seja pelo preço do produto, seja pelo frete e prazo de entrega.

Esses vendedores estão espalhados por todo o Brasil, e dependendo da proximidade com a sua localização, pode ter o frete mais interessante para você, totalizando um valor final que acaba ficando melhor do que o daquele que tem o menor preço, mas taxa de entrega mais cara.

5 motivos para comprar um Xiaomi

Xiaomi levou nada menos que 4 troféus do Prêmio Canaltech 2019

Existem várias razões para você escolher um smartphone de uma marca específica. Mas a Xiaomi traz ótimas vantagens em relação aos concorrentes que é interessante ter em mente ao escolher um dos modelos da marca:

Custo-benefício: o mais importante, certamente, é a relação entre o que é cobrado pelo aparelho e o que ele entrega. Os dispositivos da Xiaomi são ótimos e têm especificações excelentes.

Tecnologias de ponta: nada de produtos com recursos ou componentes do passado, a Xiaomi lança smartphones com o que tem de melhor no momento para cada categoria.

Sistema operacional: a Xiaomi usa o Android, mas criou uma interface por cima que muda totalmente o funcionamento do sistema do Google. A MIUI é amada pelos usuários por oferecer funções e customização quase sem limites. Além de aparência atraente, que o aproxima do visual do iOS da Apple, como você pode verificar na imagem acima.

Garantia: ao comprar um Xiaomi na Amazon, você tem toda a segurança de uma gigante varejista ao seu lado. São 3 meses para troca do aparelho em caso de defeito de fabricação e ajuda da Amazon no caso de seu produto não chegar no tempo estimado. Também tem direito à devolução por arrependimento até 7 dias do recebimento, além de poder desistir da compra caso não seja o produto que esperava. Você pode conferir as regras aqui.

Estoque no Brasil, sem taxas: além de toda essa proteção da Amazon, comprar com a varejista também te evita as dores de cabeça de aguardar um processo de importação. Todos os produtos anunciados no site já têm estoque para pronta entrega no Brasil, e não terão cobrança de taxas adicionais. Você paga o valor que aparecer no carrinho na hora da compra, e pronto.

Sobre a Garantia de A a Z

Para não ficarem dúvidas em relação à garantia da Amazon.com.br, vamos explicar melhor como funciona. Como você viu, a varejista funciona com um sistema de marketplace, ou seja, vendedores independentes ou lojas menores anunciam os produtos na Amazon, e ficam encarregados de faturar e despachar o produto assim que você realiza o pagamento.

No caso, se seu produto não chegar em até 3 dias após a data limite apresentada no ato da compra, ou 30 dias depois de o pedido ser feito (o que vier primeiro), você pode entrar em contato com a Amazon para entender o que está acontecendo. Ou no caso de o produto estar danificado quando chegar em sua casa, ou não ser aquele que estava anunciado.

Além disso, você também pode entrar com uma solicitação da Garantia de A a Z no caso de entrar em contato com o vendedor e ele não te responder em até dois dias úteis.

*O Canaltech Ofertas tem como objetivo informar seus leitores e publicar as melhores ofertas encontradas no varejo brasileiro. Entretanto, não nos responsabilizamos por alterações posteriores nos preços informados, uma vez que as ofertas aqui apresentadas podem ter diferentes períodos de vigência. Recomendamos aos nossos leitores que sigam nossas publicações e participem do nosso grupo de descontos no Telegram para receber as melhores indicações de ofertas assim que elas forem publicadas.

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