21/01/2020 ~ 12:21
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Paulo Boaventura

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Desde 2009 é Fundador e Editor Chefe do Site Club Nation.

New Releases on Netflix: January 15th, 2020

Killer Inside: The Mind of Aaron Hernandez – Picture: Netflix

Welcome to a bumper Wednesday full of brand new Netflix releases. Today, Netflix in the United States saw 10 brand new releases with a mixture of new movies, TV series, and documentaries. Here’s a full roundup of everything new on Netflix for January 15th, 2020.

Tomorrow just like today is going to be full of new releases too. Some massive movies are on the way tomorrow and there’s still your normal supply of new Netflix Original titles on Friday.

Before we dive into the full list (which you can see in more detail on our what’s new on Netflix page) we’re going to pick out three highlights from the new releases that should be on your watchlist right now.

 

Killer Inside: The Mind of Aaron Hernandez (Limited Series) Netflix Original

Genre: Documentary, Crime, Sport
Cast: Jamaal Lewis, Aaron Hernandez

If you’re in the mood for another serial killer documentary (and that seems to be often you weird bunch) then Netflix has served up another must-watch docuseries.

The limited series looks into the famed NFL star who had a bright future ahead in the sport but succumbed to a “murderous fall and shocking death”.


Big Fat Liar (2002)

Genre: Adventure, Comedy, Family
Director: Shawn Levy
Cast: Frankie Muniz, Paul Giamatti, Amanda Bynes, Amanda Detmer
Runtime: 88 min

Shawn Levy’s work can be found on Netflix via Stranger Things but most of his work has been in movies and one of his most bizarre movies is Big Fat Liar from 2002.

Dan Schneider and Brian Robbins wrote this movie which caught Amanda Bynes and Frankie Muniz at the height of their popularity. The movie is about a young boy’s high school essay turned into a movie.

The movie scored abysmally among critics only managing to get a 36 on Metacritic but it’s a surreal that must be seen to be believed.


Grace and Frankie (Season 6) Netflix Original

Genre: Comedy
Cast: Jane Fonda, Lily Tomlin, Sam Waterston, Martin Sheen
Runtime: 30 min
Awards: Nominated for 1 Golden Globe. Another 1 win & 48 nominations.

It’s the penultimate season for Netflix’s longest-running comedies and indeed serialized productions.

The fantastic series which comes from the brain behind Friends continues to pump out quality seasons year after year. The final season begins filming a bit later this month.

Here’s what you can expect from the sixth outing:

Grace’s announcement sparks big changes in her friendship with Frankie, while a new business idea keeps the women on their toes.


Full List of New Releases on Netflix (January 15th, 2020)

7 New Movies Added This Week

  • Big Fat Liar (2002)
  • Bulbul Can Sing (2018)
  • Eye For An Eye (Quien a hierro mata) (2019)
  • MindGamers (2015)
  • Saving Zoë (2019)
  • The Brave (2019)
  • Where the Money Is (2000)

3 New TV Series Added This Week

  • Grace and Frankie (Season 6) Netflix Original
  • Killer Inside: The Mind of Aaron Hernandez (Limited Series) Netflix Original
  • PJ Masks (Season 2)

 

Oscar 2020: saiba onde assistir à cerimônia na TV e internet

A tão esperada edição do Oscar 2020 já tem data e local para acontecer: 9 de fevereiro, no palco do Dolby Theatre, em Hollywood, Los Angeles. Saiba a seguir em quais canais de TV e portais de internet a premiação será transmitida ao vivo.

Onde assistir ao Oscar 2020 na TV e Internet

Na televisão, a TNT iniciará a transmissão a partir das 20h30 do dia 9 de fevereiro. A TV Globo, que tradicionalmente não fica de fora da cobertura do evento, ainda não definiu o horário, porém a transmissão costuma acontecer logo após a exibição do Fantástico. Se você também quer acompanhar o tapete vermelho, pode dar uma olhada no Canal E! (clique aqui para consultar o número do canal em sua cidade e operadora de TV), que irá transmitir a chegada das estrelas de Hollywood a partir das 18h10.

Agora, se você quer assistir ao Oscar 2020, mas não terá uma televisão à sua disposição, alguns sites irão transmitir a cerimônia pela internet. Para ver o Oscar 2020 online, basta acessar o Globoplay, site de streaming da emissora que conta com a transmissão do canal em tempo real (e gratuitamente). Para saber como usar o Globoplay no seu celular ou PC, acesse o artigo abaixo:


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A TNT é outra emissora que possui um site para streaming, o TNT GO, e aplicativo para Android e iOS. Para acompanhar o evento no site é necessário ter cadastro em uma operadora de TV por assinatura (a TNT deve estar inclusa no pacote que você assina). O Oscar também tem um canal no YouTube onde alguns vídeos sobre premiação são disponibilizados (provavelmente, durante a cerimônia, será transmitido entrevistas com artistas e profissionais que estão concorrendo a estatueta).

Oscar 2020: categorias e indicações

Os filmes indicados ao Oscar 2020 foram anunciados no dia 13 de janeiro. Veja a lista completa:

  • Ford vs. Ferrari
  • O Irlandês
  • Jojo Rabbit
  • Coringa
  • História de um Casamento
  • 1917
  • Era Uma Vez em… Hollywood
  • Parasita
  • Adoráveis Mulheres
“Coringa”: filme foi indicado em 11 categorias no Oscar 2020 (Imagem: Reprodução)

Outras categorias e destaques do Oscar 2020:

  • Melhor ator
  • Melhor atriz
  • Melhor direção
  • Melhor ator coadjuvante
  • Melhor atriz coadjuvante
  • Melhor figurino
  • Mixagem de som
  • Edição de som
  • Trilha-sonora
  • Curta-metragem de animação
  • Melhor documentário (onde um dos indicados é o brasileiro “Democracia em Vertigem”)
  • Melhor documentário de curta-metragem
Democracia em Vertigem (2018) é a única indicação do Brasil ao Oscar 2020 (Imagem: Divulgação)
  • Curta-metragem
  • Melhor filme estrangeiro
  • Melhor roteiro original
  • Melhor roteiro adaptado
  • Animação
  • Cabelo e maquiagem
  • Efeitos visuais
  • Melhor fotografia
  • Melhor design de produção
  • Canção original
  • Melhor montagem

Ansioso para o Oscar 2020? Qual é a sua aposta para filme do ano? Conte pra gente nos comentários.

 

Leia a matéria no Canaltech.

 

Confira os 25 jogos mais aguardados de 2020

O mercado de games promete um 2020 bombástico, cheio de grandes lançamentos, fechando com a chegada da nova geração de consoles nas lojas. Só que para deixar todo mundo ligado nas novidades, reunimos os 25 títulos mais esperados para esse ano e por que você precisa ficar de olho neles.

Cyberpunk 2077 (16 de abril)

Fonte: CD Projekt RED/Divulgação

Cyberpunk 2077 foi anunciado no início de 2013 e durante anos, a CD Projekt RED ficou em silêncio sobre o projeto. Após o lançamento de The Witcher 3: Wild Hunt, o título se tornou a nova prioridade do estúdio. Com uma trama e mecânicas inspiradas no RPG de mesa Cyberpunk 2020, o jogo promete uma experiência única, com a presença de Keanu Reeves como um dos personagens principais.

Cyberpunk 2077 será lançado para PC, Xbox One, PS4 e Google Stadia.

Final Fantasy 7 Remake (3 de março)

Fonte: Square Enix/Divulgação

O remake de Final Fantasy 7 era pedido pelos fãs desde a apresentação do PS3, que trouxe uma reimaginação dos primeiros minutos do game. Anunciado durante a E3 2015, o game será lançado em partes, com a primeira chegando em março para o PS4. Rumores indicam que essa primeira parte chegará a outras plataformas apenas em 2021.

The Last of Us: Part 2 (29 de maio)

Fonte: Naughty Dog/Divulgação

The Last of Us foi um dos maiores jogos do PS3 e do começo da vida do PS4, com uma sequência sendo pedida pelos fãs desde então. Em The Last of Us: Part 2, o jogador agora assume o controle de Ellie, a jovem sobrevivente do primeiro game, que parte em uma jornada em busca de vingança. O título chega exclusivamente ao PlayStation 4.

Animal Crossing: New Horizons (20 de março)

Fonte: Nintendo/Divulgação

Animal Crossing: New Horizons marca a chegada da franquia da Nintendo ao Switch, com os jogadores chegando em uma ilha deserta e vivendo sua vida por lá. Será possível construir sua csa, convidar amigos e tentar ser o melhor vizinho possível.

Doom Eternal (20 de março)

Fonte: Bethesda/Divulgação

Doom, lançado em 2016, surpreendeu muitos jogadores, que viram um game frenético, violento e que trazia a franquia da id Software para a nova geração. Doom Eternal deve continuar o caminho, entregando um jogo ainda mais louco que o anterior. Doom Eternal será lançado para PC, Xbox One, PS4, Nintendo Switch e Google Stadia.

Dying Light 2 (outono de 2020)

Fonte: Techland/Divulgação

O primeiro Dying Light trazia uma ideia interessante, misturando sobrevivência, zumbis, ação em primeira pessoa e parkour. Sua sequência, Dying Light 2, deve trazer mecânicas melhoradas, mas uma história mais envolvente que a contada no primeiro game, colocando o jogador na pele de um infectado, correndo contra o tempo para tentar encontrar uma cura ou se entregar de vez à epidemia.

Dying Light ainda não tem data de lançamento anunciada, apenas que chegará em 2020 para PC, Xbox One e PS4.

Empire of Sin (2020)

Fonte: Paradox Interactive/Divulgação

Empire of Sin é o novo game produzido por John Romero, lendário criador de Doom. Aqui, a mecânica é similar ao de XCOM, em um jogo de estratégia que se passa em Chicago, na época da proibição de bebidas alcoólicas. Empire of Sin será lançado para PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch.

No More Heroes 3 (2020)

Fonte: Grasshopper Manufacture/Divulgação

Um novo No More Heroes era pedido pelos fãs da série há anos e a Grasshopper Manufacture finalmente entregará o que eles querem na forma de No More Heroes 3. Anunciado com exclusividade para o Nintendo Switch, o jogo traz de volta Travis Touchdown, que deve enfrentar alienígenas e todo tipo de inimigos em mais uma aventura sem noção de SUDA51.

Ghost of Tsushima (inverno de 2020)

Ghost of Tsushima deve ser um dos últimos jogos exclusivos do PlayStation 4, com lançamento previsto para a metade do ano. Aqui, o jogador controla um soldado no meio da invasão mongol no Japão feudal. Para sobreviver e salvar sua terra, ele acaba aprendendo um novo estilo de luta, se tornando uma sombra contra seus inimigos.

Half-Life: Alyx (março de 2020)

Fonte: Valve/Divulgação

Half-Life: Alyx não é exatamente o Half-Life 3 que os jogadores tanto queriam, mas é um novo game da já lendária franquia da Valve. Uma sequência do jogo de 2004, Half-Life: Alyx será lançado para aparelhos de realidade virtual no PC e contará a história de Alyx Vance e seu pai, Eli, formando a resistência contra a invasão alienígena conhecida como Combine.

Halo Infinite (final de 2020)

Fonte: Microsoft/Divulgação

A Microsoft revelou Halo Infinite durante a E3 2018, prometendo o game, que deve servir como um novo começo para a franquia de Master Chief, para o lançamento do novo Xbox. Como o Xbox Series X foi anunciado para o final de 2020, o novo Halo deve ser um dos jogos que acompanharão o novo videogame da Microsoft.

Marvel’s Avengers (15 de maio)

Fonte: Square Enix/Divulgação

Marvel’s Avengers traz novamente os maiores heróis da editora para os games, em uma aventura inédita que mostra um mundo em que os Vingadores debandaram após uma grande tragédia. Quando um novo inimigo ameaça o planeta, os heróis precisarão se juntar para tentar protegê-lo mais uma vez. Marvel’s Avengers será lançado para PC, Xbox One e PS4.

Microsoft Flight Simulator (2020)

Fonte: Microsoft/Divulgação

Microsoft Flight Simulator, décimo primeiro jogo da franquia, iniciada em 1979, deve reproduzir todo o planeta, utilizando a engine de busca Bing, seus mapas e o Azure, nome dos serviços da nuvem da Microsoft. Isso significa que você poderá voar e aterrizar em qualquer local do plano, com mais de dois milhões de cidade e 40 mil aeroportos. O game já entrou em fase de testes e deve ser lançado em 2020, para Windows 10.

Minecraft Dungeons (abril de 2020)

Fonte: Microsoft/Divulgação

Minecraft Dungeons é um jogo que expande a experiência do jogo principal, apresentando uma aventura de ação e RPG dentro do seu universo e utilizando algumas de suas mecânicas. Minecraft Dungeons será lançado para PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch.

Nioh 2 (13 de março)

Fonte: Team Ninja/Divulgação

Exclusivo do PS4, Nioh 2 mostra acontecimentos anteriores aos do jogo original. Desenvolvido pelo Team Ninja, ele ainda traz gameplay que lembra o da série Dark Souls, com uma trama que possibilita que os jogadores se tornem demônios para lutar contra os inimigos do submundo.

Ori and the Will of the Wisps (11 de março)

Fonte: Microsoft/Divulgação

Ori and the Will of the Wisps é a sequência de Ori and the Blind Forest, reproduzindo seu estilo visual e de gameplay em plataforma, apresentando novas mecânicas baseadas em poderes que o personagem principal vai adquirir na nova aventura. O jogo será lançado para Xbox One e Windows 10.

Persona 5 Royal (31 de março)

Fonte: Atlus/Divulgação

Persona 5 Royal é uma versão com novo conteúdo do premiado RPG da Atlus. Com uma nova personagem, nova área para explorar e melhorias em mecânicas, o jogo promete ser a versão definitiva da história. O game chega em março para PS4.

Resident Evil 3 Remake (3 de abril)

Fonte: Capcom/Divulgação

Depois do sucesso do remake de Resident Evil 2, era só uma questão de tempo para que Resident Evil 3 recebesse o mesmo tratamento. Novamente no controle de Jill Valentine, a história se passa 24 horas antes e 24 horas depois dos acontecimentos de RE2. O game será lançado para PS4, Xbox One e PCs.

Wasteland 3 (2020)

Fonte: inXile Entertainment/Divulgação

Wasteland 3 leva o RPG pós-apocalíptico para um ambiente cheio de neve e oferecendo novos perigos aos jogadores. O game será focado em um chefe de facção no Colorado chamado O Patriarca, que lidera uma sociedade cheia de antigos milionários que se prepararam para o apocalipse.

Watch Dogs Legion (2020)

Fonte: Ubisoft/Divulgação

Inicialmente, Watch Dogs Legion seria lançado em 2019, mas acabou adiado para o calendário fiscal de 2020. Nele, o jogador terá o controle de diversos personagens em uma Londres futurista pós-Brexit. O game será lançado para PS4, Xbox One, PC e Stadia.

Carrion (2020)

Fonte: Devolver Digital/Divulgação

Carrion é um jogo independente de terror em que você controla o monstro da história. Com gameplay similar a outros metroidvania, você deve percorrer o cenário como um monstro cheios de tentáculos, invadindo salas e comendo cientistas que surgem no seu caminho. Carrion será lançado para Xbox One e PC.

Godfall (final de 2020)

Fonte: Counterplay Games/Divulgação

Anunciado no final de 2019, Godfall é o primeiro jogo confirmado para o PlayStation 5 e deve ser lançado junto com o console, no final de 2020. O game será jogo de ação de tiro e slasher, com foco no multiplayer. Além de chegar no PS5, Godfall também será lançado para PC, através da Epic Games Store.

Streets of Rage 4 (2020)

Fonte: Lizardcube/Divulgação

O retorno da série clássica de beat’em up, Streets of Rage 4 promete toda a emoção e pancadaria dos games de Mega Drive, com visual retrabalhado e gameplay refinado para os novos tempos. Streets of Rage 4 deve chegar ao PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch.

Yakuza: Like a Dragon (2020)

Fonte: SEGA/Divulgação

O novo capítulo da franquia da SEGA deve revolucionar a maneira como os jogadores jogam. Com um gameplay que substitui a pancadaria franca dos games anteriores por um esquema de RPG de turnos, e um novo protagonista, a série tem tudo para ganhar novo fôlego após a conclusão da trama de Kiryu Kazuma. O jogo será lançado para PS4.

 

Fonte: TecMundo

Alphabet’s Chief Legal Officer Stepping Down Amid Investigation

SAN FRANCISCO — David Drummond, the chief legal officer of Google’s parent company, Alphabet, and one of its most senior executives, is resigning amid an investigation into his relationships with women at the company.

In an email sent to employees at Google and Alphabet, Mr. Drummond, who joined Google in 2002, said he planned to leave Alphabet at the end of the month. He said that it was the “right time for me to make way for the next generation of leaders” in light of Larry Page and Sergey Brin, Google’s founders, announcing plans to step back from day-to-day roles at the company.

Some employees inside Google were dismayed that Mr. Drummond was not forced to leave after an article from The New York Times in 2018 that disclosed how the company handled sexual harassment complaints and inappropriate relationships of its top executives.

Mr. Drummond, who is 56, had an extramarital relationship with a woman who worked for him and recently married another woman from Google’s legal department.

Last year, a committee of independent directors from Alphabet’s board hired a law firm to investigate its handling of allegations of sexual misconduct and inappropriate relationships by current and former executives as part of its legal defense against shareholder lawsuits over its handling of the matters, according to documents viewed by The Times.

Among the subjects in the inquiry are Mr. Drummond’s relationships with women at the company, according to the documents.

The departure of Mr. Drummond signals a changing of the guard for Alphabet. He was one of the longest-serving and influential executives at the company. As an outside lawyer for Wilson Sonsini, he helped draft the original incorporation papers for Google and later became the company’s first general counsel. He was instrumental in many of the company’s prominent and sometimes controversial moves, including the decision to exit the Chinese market in 2010.

His departure had been telegraphed in the last few months as he sold off most of his shares in Alphabet, unloading roughly $170 million worth of company stock from November to January.

Mr. Drummond faced additional scrutiny in August when Jennifer Blakely, a former senior contracts manager in Google’s legal department, published an essay on Medium about her relationship with him. She wrote about how Google forced her out of the legal department after the birth of their son made it impossible to the hide the relationship. Ms. Blakely was part of the Times article.

Her essay also said that Mr. Drummond had other extramarital relationships with women at the company after they split. At the time, Mr. Drummond said he had never started a relationship with “anyone else who was working at Google or Alphabet.”

In his farewell note, Mr. Drummond did not mention any of the claims.

“I know this company is in the best of hands, and I am excited for what the future holds for Google, for Alphabet and for me,” he wrote.

This is a developing story. Check back for updates.

Fonte: New York Times – TECH

Buckle Up for Another Facebook Election

SAN FRANCISCO — If you were hoping to hear less about Facebook this year, you’re out of luck.

The social platform announced on Thursday — after months of hemming and hawing — that it would not change its basic rules for political advertising ahead of the 2020 election. Unlike Google, which restricted the targeting of political ads last year, or Twitter, which barred political ads entirely, Facebook and its chief executive, Mark Zuckerberg, decided to preserve the status quo.

Politicians will still be exempt from Facebook’s fact-checking program, and will still be allowed to break many of the rules that apply to other users. Campaigns will still be allowed to spend millions of dollars on ads targeted to narrow slices of the electorate, upload their voter files to build custom audiences and use all the other tools of Facebook tradecraft.

The social network has spent much of the past three years apologizing for its inaction during the 2016 election, when its platform was overrun with hyperpartisan misinformation, some of it Russian, that was amplified by its own algorithms. And ahead of 2020, some people wondered if Mr. Zuckerberg — who is, by his own admission, uncomfortable with Facebook’s power — would do everything he could to step out of the political crossfire.

Instead, Mr. Zuckerberg has embraced Facebook’s central role in elections — not only by giving politicians a pass on truth, but by preserving the elements of its advertising platforms that proved to be a decisive force in 2016.

“It was a mistake,” Alex Stamos, Facebook’s former chief security officer, said about Facebook’s decision. Mr. Stamos, who left the company after the 2016 election, said political considerations had most likely factored into the decision to leave its existing ad targeting options in place.

“They’re clearly afraid of political pushback,” he said.

Mr. Stamos, like some Facebook employees and outside agitators, had advocated for small but meaningful changes to Facebook’s policies, such as raising the minimum size of an audience that a political advertiser is allowed to target and disallowing easily disprovable claims made about a political candidate by his or her rivals. These proposed changes were intended to discourage bad behavior by campaigns, while still letting them use Facebook’s powerful ad tools to raise money and turn out supporters.

But in the end, those arguments lost out to the case — made by Andrew Bosworth, a Facebook executive, in an internal memo, as well as President Trump’s campaign and several Democratic groups — that changing the platform’s rules, even in an ostensibly neutral way, would amount to tipping the scales. Mr. Bosworth, who oversaw Facebook’s ad platform in 2016, argued that the reason Mr. Trump was elected was simply that “he ran the single best digital ad campaign I’ve ever seen from any advertiser.”

In other words, the system worked as designed.

Don’t get me wrong: Facebook has made strides since 2016 to deter certain kinds of election interference. It has spent billions of dollars beefing up its security teams to prevent another Russian troll debacle, and it has added more transparent tools to shine more light on the dark arts of digital campaigning, such as a political ad library and a verification process that requires political advertisers to register with an American address. These moves have forced would-be election meddlers to be stealthier in their tactics, and have made a 2016-style foreign influence operation much less likely this time around.

But despite these changes, the basic architecture of Facebook is largely the same as it was in 2016, and vulnerable in many of the same ways. The platform still operates on the principle that what is popular is good. It still takes a truth-agnostic view of political speech — telling politicians that, as long as their posts don’t contain certain types of misinformation (like telling voters the wrong voting day, or misleading them about the census), they can say whatever they want. And it is still reluctant to take any actions that could be construed as partisan — even if those actions would lead to a healthier political debate or a fairer election.

Facebook has argued that it shouldn’t be an arbiter of truth, and that it has a responsibility to remain politically neutral. But the company’s existing policies are anything but neutral. They give an advantage to candidates whose campaigns are good at cranking out emotionally charged, hyperpartisan content, regardless of its factual accuracy. Today, that describes Mr. Trump’s strategy, as well as those used successfully by other conservative populists, including President Jair Bolsonaro of Brazil and Prime Minister Viktor Orban of Hungary. But it could just as well describe the strategy of a successful Democratic challenger to Mr. Trump. Facebook’s most glaring bias is not a partisan one — it is a bias toward candidates whose strategies most closely resemble that of a meme page.

On one level, Mr. Zuckerberg’s decision on ads, which came after months of passionate lobbying by both Republican and Democratic campaigns, as well as civil rights groups and an angry cohort of Facebook employees, is a bipartisan compromise. Both sides, after all, rely on these tools, and there is an argument to be made that Democrats need them in order to close the gap with Mr. Trump’s sophisticated digital operation.

Ultimately, though, Mr. Zuckerberg’s decision to leave Facebook’s platform architecture intact amounts to a powerful endorsement — not of any 2020 candidate, but of Facebook’s role in global democracy. It’s a vote for the idea that Facebook is a fairly designed playing field that is conducive to healthy political debate, and that whatever problems it has simply reflect the problems that exist in society as a whole.

Ellen L. Weintraub, a commissioner on the Federal Election Commission who has been an outspoken opponent of Facebook’s existing policies, told me on Thursday that she, too, was disappointed in the company’s choice.

“They have a real responsibility here, and they’re just shirking it,” Ms. Weintraub said. “They don’t want to acknowledge that something they’ve created is contributing to the decline of our democracy, but it is.”

In Facebook’s partial defense, safeguarding elections is not a single company’s responsibility, nor are tech companies the sole determinants of who is elected. Income inequality, economic populism, immigration policy — these issues still matter, as do the media organizations that shape perception of them.

I also don’t believe, as some Facebook critics do, that Mr. Zuckerberg is doing this for the money. Facebook’s political advertising revenue is a tiny portion of its overall revenue, and even a decision to bar political ads entirely wouldn’t materially change the company’s financial health.

Instead, I take Mr. Zuckerberg at his word that he genuinely believes that an election with Facebook at its core is better than one without it — that, as he said last year, “political ads are an important part of voice.”

There are reasons to quibble with Mr. Zuckerberg’s definition of “voice,” and to ask why a platform that fact-checked politicians’ ads or limited their ability to microtarget voters would have less of it. But it barely matters, because the terms for the 2020 election are now set. This election, like the 2016 election, will be determined in large part by who can best exploit Facebook’s reluctance to appear to be refereeing our politics, even while holding the whistle.

“They’ve laid out what the rules are going to be — and now everyone has to line up behind these rules,” said Mr. Stamos, the former Facebook security chief. “Which are effectively no rules.”

Fonte: New York Times – TECH

Doutor Estranho 2 irá apresentar novos personagens do MCU

Doutor Estranho 2 irá apresentar novos personagens do MCU

Marcado para chegar aos cinemas no dia 07 de maio de 2021, Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura é um dos filmes mais aguardados pelos fãs da Marvel. Além de ter ligação direta com as séries do Disney+, Loki e WandaVision, Kevin Feige garantiu que o longa vai apresentar vários novos personagens para o MCU.

Saiba mais: Loki, do Disney+, terá ligação com Doutor Estranho 2

Durante um painel na NYFA (New York Film Academy), o chefão da Marvel Studios falou mais sobre o novo filme do mago. Segundo Feige, os fãs não vão conseguir adivinhar quem são os personagens que vão fazer a sua estreia no MCU: “Você não espera isso e nem adivinhará quem é, mas nós encontramos um jeito legal de funcionar porque queríamos fazer um tipo específico de filme. E tinha um personagem que sempre quisemos usar que se encaixa muito bem ali”.

Doutor Estranho vai ser filme de terror?

Logo quando saiu a confirmação de que Stephen Strange ia ter um novo filme, começaram a surgir boatos de que o longa seria a primeira produção de terror do MCU. Ainda durante o painel na NYFA, Kevin Feige explicou um pouco melhor sobre o gênero do próximo Doutor Estranho.

(Fonte: Marvel Studios/Reprodução)

Segundo ele, o filme é um dos melhores títulos criado pelo estúdio e apesar de contar com algumas cenas assustadoras, ele não é exatamente um filme de terror. Inclusive, ele comparou o clima do longa com outras produções, como Indiana Jones, Gremlins e Poltergeist, em que você fica assustado, mas não de forma torturante e sim legítima.

Apesar de Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura só estrear em 2021, os fãs podem conter a ansiedade com o filme da Viúva Negra em 01 de maio de 2020, Os Eternos em 6 novembro de 2020 e a série do Disney+, O Falcão e o Soldado Invernal, que tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2020.

 

 

Source: Doutor Estranho 2 irá apresentar novos personagens do MCU

Astronauta Christina Koch é a nova recordista feminina no espaço

Astronauta Christina Koch é a nova recordista feminina no espaço

Imagem de: Astronauta Christina Koch é a nova recordista feminina no espaço

A astronauta Christina Koch se tornou a mulher a passar mais tempo no espaço, quebrando o recorde anterior que pertencia à ex-comandante da Estação Espacial Internacional Peggy Whitson. A marca de 289 dias corridos em órbita foi alcançada no último sábado (28), de acordo com a NASA.

Presente na Estação Espacial desde o dia 14 de março, ela ficaria por lá durante seis meses, mas o prazo foi alterado e agora o seu retorno ao planeta deve acontecer em 6 de fevereiro de 2020, quando completará a marca de 328 dias fora da Terra.

Durante a sua estadia na ISS, a astronauta participa de uma série de estudos, como a verificação dos efeitos das viagens espaciais longas no corpo humano, além de ter diversas outras funções, da mesma forma que os demais tripulantes.

A astronauta em ação na Estação Espacial. (Fonte: Twitter/ISS Research)

Atualmente com 40 anos de idade, ela é formada em Física pela Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA) e tem mestrado em Engenharia Elétrica, realizado na mesma instituição de ensino. Selecionada para o curso de astronauta da NASA em 2013, ela concluiu a formação dois anos depois.

Ir à Lua é o próximo desejo

O recorde de voo espacial mais longo de uma mulher não foi o primeiro grande feito de Christina Koch na NASA. No último dia 18 de outubro, ela e a astronauta Jessica Meir realizaram a primeira caminhada espacial 100% feminina.

Foram mais de sete horas fora da Estação, para trocar uma peça do sistema de controle de energia da estrutura. Há ainda mais duas caminhadas previstas para a dupla, em janeiro, com o objetivo de instalar novas baterias para os painéis solares.

E se você pensa que a história dela no espaço vai parar por aí está enganado. Ela é uma das 12 candidatas pré-selecionadas para participar da Missão Artemis, em 2024, podendo se tornar a primeira mulher a pisar na Lua.

Cupons de desconto TecMundo:

Source: Astronauta Christina Koch é a nova recordista feminina no espaço

The Mandalorian: cena final da temporada apresenta arma lendária

The Mandalorian: cena final da temporada apresenta arma lendária

Imagem de: The Mandalorian: cena final da temporada apresenta arma lendária

O último episódio da primeira temporada de The Mandalorian, lançado no Disney+ na última sexta-feira (27), trouxe pela primeira vez em uma produção live-action do universo de Star Wars uma das armas mais lendárias: o Sabre Sombrio (Darksaber, em inglês).

De grande importância para o povo de Mandalore, a arma de luz negra com brilho clareado apareceu empunhada por Moff Gideon, personagem interpretado por Giancarlo Esposito (Breaking Bad), ao final do capítulo, o que traz suposições e expectativas para o futuro da série.

Após eventos que levaram os protagonistas a escaparem de Gideon, a última cena da 1ª temporada de The Mandalorian mostra o vilão ressurgindo de sua nave — destruída pelo protagonista (Pedro Pascal) —, carregando o antigo e singular item de origem mandaloriana usado para unir o povo. Esse objeto é, inclusive, apresentado em alguns episódios nas animações de Star Wars, até então bastante ignorados pela franquia principal.

Cena final do episódio de The Mandalorian que revela o Sabre Sombrio. (Fonte: IMDb)

Afinal, o que é a arma e como ela surgiu na série?

A animação Clone Wars conta que o Sabre Sombrio foi criado por Tarre Vizsla, primeiro mandaloriano da Ordem Jedi. Depois de sua morte, o artefato foi mantido no Templo de Coruscant até o conflito entre os Jedi e membros da Casa Vizsla durante a queda da Velha República. Após isso, a sua posse foi mantida até um duelo entre Pre Vizsla — um dos descendentes — e Darth Maul, com vitória do Sith e, assim, novo dono do raro sabre que continuou em segredo.

Anos mais tarde, em Star Wars: Rebels, o item foi descoberto por Sabine Wren — uma mandaloriana — e Kanan Jarrus — um Jedi —, que a treinou para aprender a usá-lo durante uma das batalhas mais importantes da série animada. Ela, então, entregou a arma para Bo-Katan Kryze — outro mandaloriano — ao final dessa história, a qual se passa cerca de um ano antes dos eventos de Star Wars IV: Uma Nova Esperança.

Sabine com a arma mandaloriana em “Rebels”. (Fonte: IMDb)

Dessa forma, o último paradeiro conhecido do Sabre Sombrio havia sido junto a membros de Mandalore. Na season finale de The Mandalorian, Moff Gideon descreve uma batalha na qual vários mandalorianos foram dizimados, sugerindo que o vilão foi responsável pela morte de Bo-Katan e por tomar posse de itens daquele povo, dentre eles, o próprio sabre.

Assim, com a 2ª temporada de The Mandalorian já confirmada, a expectativa é que veremos o Sabre Sombrio novamente. Além disso, poderemos saber quais rumos serão tomados para uma nova transferência da lendária arma, de Gideon para o protagonista mandaloriano, já que é um dos poucos sobreviventes desse povo e dono original do objeto.

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Source: The Mandalorian: cena final da temporada apresenta arma lendária

Tela preta: como resolver o problema no Windows 10

O Windows 10, embora se trate de uma versão recente do sistema operacional e que costuma funcionar muito bem, não está isento de erros pontuais. Além de bugs, vários outros problemas podem acabar ocasionando erros que deixam a tela preta, como problemas na conexão dos cabos do PC, drivers e até softwares que estão em execução na máquina.

Tela preta: saiba quais problemas podem estar por trás desse defeito

Se a tela ficou preta durante uma instalação

Caso seu computador ou notebook tenha ficado com a tela preta durante a instalação de algum software, tente desconectar todos os periféricos, com exceção do mouse e do teclado. Depois, reinicie o computador pressionando o botão de liga/desliga. Espere 10 segundos antes de ligar o PC novamente.

Um pendrive bootável também pode ajudar muito caso a tela tenha ficado preta durante o processo de atualização do sistema operacional.

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O notebook ficou com a tela preta durante uma instalação? Não se desespere! (Imagem: Reprodução)

Verifique se o problema está no monitor

Caso haja qualquer suspeita de que a tela preta de seu computador esteja relacionada a algum problema no monitor, tente conectar o PC a uma tela alternativa através de um cabo HDMI ou VGA. Depois, use o atalho “Windows + P” para abrir a tela no monitor ao qual o PC está conectado. Pressione a tecla “enter” para selecionar uma opção. Caso alguma delas funcione, provavelmente o problema está mesmo no monitor de seu computador.

Verifique se o problema da tela preta está no monitor (Foto: Bruno Hypolito/Canaltech)

“Tela preta” em modo de descanso

Se o monitor estiver em modo descanso e, por isso, a tela estiver preta, é possível recorrer ao atalho “Windows + Ctrl + Shift + B” para forçar uma resposta. Esse é o jeito mais prático de fazer com que a máquina retorne às suas atividades.

O modo de descanso do notebook também pode deixar a tela preta (Imagem: Reprodução/Pixabay)

Ligue o computador em modo de segurança

O Modo de Segurança do Windows também pode ajudar a resolver o problema da tela preta caso ele se dê por conta de alguma configuração errônea. Para isso, no entanto, é necessário que a máquina possa ser inicializada, mesmo que, para isso, você tenha que conectar o PC a outra tela via HDMI.

Para acionar o Modo de Segurança no Windows 10:

Passo 1. Abra o Painel de Controle acessando o menu Iniciar e, depois, a opção “Configurações”. Passo 2. Clique em “Atualização e Segurança”. Passo 3. Clique em “Recuperação” e, depois, em “Reiniciar agora”. Passo 4. Selecione a ferramenta “Solução de problemas”. Passo 5. Clique em “Opções avançadas”. Depois, selecione “Configurações de Inicialização”. Passo 6. Clique em “Reiniciar” e aguarde. Passo 7. O Windows exibirá opções de inicialização. Ative o Modo de Segurança pressionando a tecla F4, F5 ou F6. Caption

Verifique a placa de vídeo de seu PC

A tela preta também pode ocorrer por conta de algum problema na placa de vídeo. Caso você suspeite disso, tente atualizar ou reinstalar o driver.

Placa de vídeo (Imagem: Reprodução)

Desabilite a inicialização rápida

O Windows 10 possui a opção “inicialização rápida”, que pode levar ao problema da “tela preta”. Por isso, tente desabilitar o recurso seguindo os passos a seguir:

Passo 1. Acesse o Painel de Controle. Passo 2. Clique em “Sistema e Segurança”. Passo 3. Selecione “Opções de Energia” e clique em “Alterar funcionamento dos botões de energia”. Passo 4. Clique em “Alterar configurações não disponíveis no momento” e, depois, desmarque a opção “Ligar inicialização rápida”. Salve as alterações. Caption

Encerre programas em segundo plano

O excesso de programas executados em segundo plano também pode afetar o funcionamento correto do monitor, gerando a “tela preta”. Para resolver esse problema, recorra ao gerenciador de tarefas e encerre os programas que não estiverem em uso.

Caption

Crie uma nova conta de usuário

O Windows 10, assim como as demais versões, permite criar contas separadas para que cada membro da família utilize o computador da maneira que preferir. No entanto, algumas vezes (embora raras) essas configurações podem ocasionar o problema da tela preta, uma vez que causam problemas na exibição do monitor. Resolver esse problema é muito simples:

Passo 1. Acesse as “Configurações” de seu computador. Passo 2. Em “Contas”, selecione a opção “Família e outros usuários”. Passo 3. Clique em “Adicionar outra pessoa a este PC”. Caption

Desabilite o alto contraste do Windows

A tela preta também pode ser causada pelas configurações do contraste da tela. Para desabilitar essa opção:

Passo 1. Clique na caixa de busca e digite “Personalização”. Passo 2. Mude o tema de “Alto Contraste” para “Windows” ou “Windows 10”. Caption

Pronto! Agora que você já sabe como resolver o problema da tela preta em seu computador, tente aplicar uma das opções, poupando seu tempo e dinheiro.

Leia a matéria no Canaltech.

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Source: Tela preta: como resolver o problema no Windows 10

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