25/01/2020 ~ 12:18
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Tec Mundo

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Site InSUBs, de legendas, encerra atividades após 12 anos

Na segunda-feira (20), uma das administradoras do InSUBs, Penélope C., anunciou na página oficial do site no Facebook, que o portal está encerrando suas atividades. Foram quase 13 anos dedicados à criação de legendas (serviço voluntário), baseadas em obras pirateadas, como filmes e séries. A publicação recebeu mais de 23 mil reações, sendo que a maioria delas era com o emoji de choro.

Muitos usuários lamentaram o fim do site, que, por anos, permitiu que milhares de pessoas tivessem acesso a filmes e episódios de séries que, por meios legais, poderiam demorar meses, e até anos, para chegar ao Brasil com legendas em português.

Democratização de conteúdo

O InSUBs foi pioneiro na tradução de séries em larga escala, chegando a ter mais de mil colaboradores. Uma vez que um filme ou episódio de uma série era lançado e disponibilizado na internet, em seu idioma original, a equipe baixava o conteúdo, traduzia as falas, criava as legendas e as disponibilizava.

Esse trabalho também serviu para democratizar o acesso a milhares de obras por deficientes auditivos, pessoas com dificuldades motoras que consomem séries e filmes como principais passatempos, além de pessoas em geral, que não teriam condições de consumir esses conteúdos por meio dos canais oficiais.

De hobby a profissão

Como os legenders (como são chamados os colaboradores que criavam as legendas) usavam software específico, e precisam obedecer a certas regras, como manter uma gramática impecável, alguns deles acabaram se especializando na atividade e foram contratados por empresas de legendagem.

Para muitos, o que começou como um trabalho voluntário, passou a ser sua profissão.

Do sucesso ao declínio

Sites como o InSUBs surgiram porque as séries exibidas nos Estados Unidos demoravam muito para chegar ao Brasil. Uma vez que os espectadores americanos disponibilizavam o material online, ficavam faltando as legendas traduzidas para o nosso idioma. Essa demora incentivou a pirataria e gerou o “boom” dos sites de torrents.

Anos depois, o processo foi inverso. Os canais diminuíram o tempo entre a exibição nos EUA e no Brasil. Houve também a popularização de plataformas de streaming, como a Netflix. Com isso, sites como o InSUBs se tornaram obsoletos.

Quando o site foi encerrado, tinha apenas 192 colaboradores, entre tradutores, revisores e administradores.

Fonte: Tec Mundo

Amazon Music atinge 55 milhões de usuários, mas Spotify domina

O Amazon Music atingiu a marca de 55 milhões de usuários no mundo inteiro, enquanto seu nível de assinatura aumentou 50% somente em 2019, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Japão. “Estamos orgulhosos de alcançar esse marco incrível e impressionados com a resposta de nossos clientes [ao serviço de streaming]”, afirmou em comunicado Steve Boom, vice-presidente da divisão.

Apesar do elevado número, o recurso de transmissão de música permanece muito atrás do Spotify, líder no segmento, que possuía 248 milhões de usuários ativos somente no terceiro trimestre do ano passado. O concorrente ainda registou crescimento de 31% no número de aderência de seus planos pagos, com 113 milhões de assinantes no período.

Spotify continua muito à frente dos demais serviços. (Fonte: Unsplash)

O segundo lugar foi ocupado pela Apple Music, que em junho de 2019 reunia 60 milhões de consumidores globais — pagantes e testadores do período de avaliação grátis. Dessa forma, o Amazon Music se encontra muito próximo da marca atingida pela Maçã.

Pacotes e ofertas tiveram peso

Além disso, a quantidade de assinaturas do streaming mais que dobrou em países, como França, Itália, Espanha e México. Em setembro de 2019, a plataforma foi lançada também no Brasil com teste gratuito de 30 dias e plano inicial de R$ 1,99.

No ano passado, a companhia também trouxe ao país o Amazon Prime, pacote de assinatura de R$ 9,90 que inclui o Prime Video, frete grátis em compras do e-commerce e acesso a faixas limitadas do app de música. Apesar de a empresa não revelar a “fórmula” desse avanço, especula-se que esses serviços juntos, combinados a ofertas iniciais, possam ter influenciado o crescimento da divisão.

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Chrome pode consumir menos bateria no notebook graças à Microsoft

    Microsoft descobriu uma maneira de fazer o Google Chrome consumir menos energia e memória RAM quando usado no Windows 10, uma boa notícia para quem utiliza o browser com frequência no notebook e vive tendo problemas com a duração da bateria.

    De acordo com o Windows Latest, a gigante de Redmond começou a testar, no segundo semestre de 2019, uma forma de fazer o navegador mais popular do mundo consumir menos recursos e energia. Para tanto, ela verificou ser necessário impedir o uso de cache do disco pelo Chrome ao rodar vídeos, mecanismo que o mantém ativo mesmo sem o usuário mexer nele.

    Além disso, engenheiros da Microsoft implementaram um recurso para verificar se o dispositivo funciona com bateria e não está conectado à tomada, com o objetivo de fazer a nova função entrar em ação apenas quando o notebook estiver usando a bateria, contribuindo para melhorar a vida útil dela.

    O Chrome é famoso por gastar muita bateria e RAM. (Fonte: Google/Reprodução)
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    Eles também adicionaram uma ferramenta para comparar o tamanho do conteúdo da resposta HTTP com a função de evitar o armazenamento em cache sempre que o tamanho do arquivo extrapolar o limite. Esta é outra maneira de fazer o navegador usar minimamente o disco, segundo a dona do Windows.

    Edge também pode se beneficiar

    O trabalho feito pela Microsoft para diminuir o consumo de bateria do Chrome no Windows 10 pode acabar beneficiando o Edge, navegador da companhia e um dos rivais do produto da Google.

    Como a nova versão do Edge é baseada no mesmo mecanismo Chromium do concorrente, todas as melhorias implementadas no Chrome podem ser adotadas no browser próprio da marca.

    Segundo o TechRadar, a Google tem interesse em testar os novos recursos para verificar se eles realmente contribuem para a economia de energia. Caso os testes sejam bem-sucedidos, as ferramentas podem estar presentes em futuras versões do navegador.

     

     

    Saiba se o cancelamento de ruído de seus AirPods está funcionando

      Uma adição que está fazendo muito sucesso nos fones de ouvido é o cancelamento de ruídos – ou noise-canceling. Foi uma forma pensada pelos desenvolvedores para garantir a melhor experiência possível aos usuários, já que abafa potencialmente qualquer barulho externo e mantém o indivíduo em seu mundo silencioso.

      O cancelamento de ruídos é garantido também nos AirPods Pro, mas as reclamações sobre essa função estão surgindo entre diversos usuários. Segundo alguns apontam, a função decaiu em sua qualidade desde que uma atualização no firmware dos AirPods Pro aconteceu.

      Essa função é garantida também nos AirPods Pro, mas as reclamações estão surgindo. Segundo apontam alguns usuários, a opção piorou em qualidade desde que uma atualização no firmware foi executada. Como o recurso é muito utilizado em atividades que necessitam de concentração, clientes têm relatado que foram diretamente afetados em seu cotidiano de trabalho ou estudos.

      (Fonte: CNET/Reprodução)
      (Fonte: CNET/Reprodução)

      Confira se o cancelamento de ruídos está funcionando

      Conecte seus AirPods a um iPhone ou iPad e faça o seguinte caminho: Configurações > Geral > Sobre > AirPods Pro. Procure o número da versão atual de seus fones de ouvido. Se for 2C54, então de fato é a atualização ruim de firmware que tem impedido os AirPods Pro de funcionarem plenamente.

      Como a instalação é automática enquanto os fones estão carregando, não há como o usuário pausar ou cancelar a ação a tempo, ficando sem nenhuma opção a não ser aceitar o update.

      O que fazer em seguida?

      Infelizmente, quando a atualização acontece, não é possível retornar ao firmware anterior, por isso o usuário fica preso a um AirPod que não funciona exatamente como deveria. Isso só vai mudar quando uma nova versão for disponibilizada pela Apple para restaurar o potencial dos fones e abafar o barulho externo.

      Enquanto isso não acontece, você pode adicionar uma camada intra-auricular de esponja nos AirPods Pro para ajudar a manter o silêncio.

       

       

      Estudo com porcos indica que açúcar causa dependência como as drogas

        De acordo com uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Aarhus, na Dinamarca, o consumo de açúcar provoca efeitos no cérebro semelhantes aos causados pelo uso de determinadas drogas e, assim como ocorre com as substâncias entorpecentes, pode desencadear dependência. E o assustador é que, segundo observado durante o estudo, os impactos podem ser notados logo após a primeira exposição ao doce.

        Na realidade, esta não é a primeira vez que pesquisas apontam resultados como esse, mas a novidade nos trabalhos realizados pelos cientistas dinamarqueses foi que, no lugar de conduzir os experimentos com ratinhos de laboratório – que são os animais normalmente utilizados em pesquisas desse tipo –, eles usaram porcos, já que a estrutura cerebral dessas criaturas é mais complexa e fácil de observar do que a dos roedores.

        (Fonte: The Journal / Reprodução)

        Doce dependência

        Durante os experimentos – que se estenderam por 12 dias –, os cientistas dividiram 7 porquinhos em 2 grupos distintos, um que foi alimentado com uma dieta normal e o outro que, além da ração, recebeu 2 litros de água com açúcar por 1 hora todos os dias. Os pesquisadores também submeteram os porcos a tomografias por emissão de pósitrons (PET Scans), para que sua atividade cerebral pudesse ser monitorada, e realizaram os exames no 1º e no último dia dos experimentos.

        De acordo com os pesquisadores, apesar de os animais do 2º grupo ganharem a dose extra de bebida com açúcar, o agradinho não trouxe um impacto calórico relevante aos animais. Entretanto, o mesmo não pôde ser dito sobre o equilíbrio químico no cérebro dos bichinhos – e as alterações puderam ser observadas logo no 1º dia de experimentos, justamente na região cerebral responsável pelo sistema de recompensas.

        (Fonte: Allen Carr’s Easyway / Reprodução)

        Vício em açúcar

        Toda vez que passamos por uma experiência prazerosa ou aprendemos algo novo, essa área do nosso cérebro se torna ativa graças à ação de uma diversidade de substâncias produzidas pelo organismo. Esses elementos também atuam na comunicação entre várias regiões cerebrais e, com isso, acabam nos ajudando a aprender e repetir determinados comportamentos – que, na verdade, são importantes para a nossa sobrevivência e bem-estar.

        No entanto, existem substâncias – como é o caso de determinadas drogas – que agem sobre o sistema de recompensas do cérebro tornando-o ativo. Só que o seu uso frequente acaba ensinando ao órgão que existem formas de burlar o funcionamento natural dessa região e a busca constante pelo prazer que as substâncias desencadeiam termina por se tornar um vício.

        Pois, os porquinhos do grupo que recebeu a água com açúcar mostraram alterações em sua atividade cerebral já na primeira exposição, especialmente nos receptores opioides, que são os que se unem a substâncias derivadas do ópio – sintéticas ou não – quando há consumo, assim como os receptores de dopamina, neurotransmissor que desempenha importante papel no sistema de recompensa e prazer.

        (Fonte: Inverse / Reprodução)

        Os resultados apontam que, embora exista debate sobre se o vício em comida – em especial em doces e produtos superprocessados – é real, a dependência em determinados alimentos é possível, sim. Aliás, o vício pode ser o responsável por causar obesidade em certos indivíduos, além de aumentar o risco de que pessoas mais propensas a sofrer de compulsão por consumir esses produtos pouco saudáveis desenvolvam condições crônicas, como o diabetes tipo 2.

        Fonte: Tec Mundo

         

        AMD confirma GPU top de linha para 2020 — a Big Navi vem aí

          Há anos, a AMD não consegue bater de frente com a NVIDIA no mercado de placas de vídeo quando falamos de modelos top de linha. Enquanto a companhia consegue oferecer ótimas opções de GPUs intermediárias e de entrada, deixa a desejar quando a tarefa é fornecer desempenho máximo para os usuários mais exigentes — e endinheirados. De acordo com um vídeo publicado na sexta-feira (17), a AMD vai, sim, lançar a “Big Navi” ainda em 2020. A informação foi confirmada pela própria CEO da companhia, Lisa Su.

          Supõe-se que a Big Navi seja uma placa de vídeo Radeon RX top de linha baseada na nova arquitetura RDNA2, que traria placas com as seguintes características:

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          Fonte: Tec Mundo

          Animações do Studio Ghibli chegam à Netflix a partir de fevereiro

            A partir do dia 1º de fevereiro, os usuários da Netflix irão contar com animações do famoso estúdio japonês, o Studio Ghibli. A Netflix fez o anúncio hoje (20), e a novidade irá valer para usuários na Europa, África, Ásia e América Latina.

            Esta será a primeira vez que as animações do Studio Ghibli receberão legendas em 28 idiomas e dublagem em 20 línguas diferentes. No Twitter, a conta oficial da Netflix Brasil confirmou que as animações chegam para os usuários do país.

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            Fonte: Tec Mundo

            Novos ícones do Windows 10 aparecem em versão de teste do SO

            Microsoft começou a liberar novos ícones para os seus aplicativos do Windows 10 na mais recente versão de preview do sistema operacional. A novidade foi avistada pelos membros do programa de Insiders que estão utilizando a build 19546 do SO e deve chegar futuramente para todos os donos de PCs com o SO.

            Segundo o site Microsoft Power User, a empresa de Redmond está fazendo alterações em mais de 100 ícones do sistema operacional e até o próprio logo do Windows 10 pode sofrer mudanças futuramente. A empresa está aplicando o Material Design em seus serviços, o que garante uma aparência mais viva para os serviços da companhia.

            (Fonte: The Win Central/Reprodução)

            Atualmente, os ícones do Windows 10 normalmente são monocromáticos e simplificados. Com o Material Design, as representações dos aplicativos trarão um visual com mais cores e profundidade. O WinCentral compartilhou uma imagem mostrando alguns dos modelos que estão sendo testados pela Microsoft na nova edição do sistema operacional, que podem ser vistos acima.

            Com o início da distribuição da novidade para os membros do programa Windows Insider, a tendência é que a empresa receba opiniões de seus usuários mais fiéis para realizar adaptações. Após esse processo, a empresa deve implementar os novos ícones com Material Design no sistema operacional e começar a liberar o padrão visual para todos os donos de computadores com Windows 10.

            Até o momento, a Microsoft não comentou sobre o assunto e não forneceu uma previsão para o lançamento oficial dos novos ícones do Windows 10.

            Fonte: Tec Mundo

            Internet Explorer tem falha grave de segurança descoberta

              O Internet Explorer tem uma grave brecha de segurança que permite a invasores “sequestrarem” um PC inteiro a partir da execução de códigos no navegador. Quem descobriu a falha foi o US-CERT, a divisão da Segurança Nacional dos Estados Unidos responsável por identificar vulnerabilidades de larga escala no país.

              Aparentemente, a falha é muito parecida com a que afetou o Mozilla Firefox na semana passada. Ela permite que códigos sejam executados remotamente a partir de um problema de memória no motor de script do browser, mais precisamente no componente relacionado ao JavaScript. 

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              Fonte: Tec Mundo

              Posts

              França quer proibir a Libra, criptomoeda do Facebook, na Europa

              A criptomoeda Libra, desenvolvida pelo Facebook e outras grandes corporações, pode não chegar na Europa se depender das vontades do governo da França. O ministro da economia do país, Bruno Le Maire, disse em uma conferência nesta semana que pretende banir o uso do ativo digital no continente.O principal motivo para o descontentamento com a criptomoeda seriam as preocupações envolvidas no lançamento do serviço, que pretende ser um dinheiro global de fácil acesso, com uma carteira digital que pode ser vinculada ao Messenger ou WhatsApp. Leia mais... Fonte: Tec Mundo...
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