Com uma curso ainda incipiente, seria prematuro elencar sete filmes essenciais da jovem e talentosa Elle Fanning, mana da também atriz Dakota Fanning, que brilha na mais recente produção da Netflix, “Por Lugares Incríveis”.

Escolhemos portanto filmes (exibidos em ordem cronológica) que mostram muito a evolução de sua curso e que sejam ao menos dignos de sua trajetória.

Um Lugar Qualquer (Sofia Coppola, 2010)

Ela já tinha aparecido em diversos outros papeis, mas oriente é o filme que a colocou no planta. Infelizmente, é o pior filme de Sofia Coppola. Fanning interpreta a filha de um ator em crise.

Super 8 (J. J. Abrams, 2011)

Com oriente resultado na traço de Steven Speilberg, Fanning desponta uma vez que uma das adolescentes carismáticas da trama. Eis a matriz para a série “Stranger Things”.

Virginia (Francis Coppola, 2011)

Um ano depois de atuar no pior filme de Sofia Coppola, Elle Fanning atua no pior filme do pai de Sofia, Francis Ford, que inclui um Val Kilmer escandalosamente desastrado. Apesar disso, ela brilha nos dois.

Meu Nome é Ray (Gaby Dellal, 2015)

Talvez o maior duelo da atriz, que interpreta uma juvenil num processo de mudança de sexo. Infelizmente, é mais um filme que só vale pelo elenco (além de Fanning, Naomi Watts e Susan Sarandon).

Demônio de Neon (Nicolas Winding Refn, 2016)

Mais um filme discutível em que ela brilha. Refn é um diretor chegado a afetações, e Fanning se virou muito muito dentro desse contexto. Ela interpreta a protótipo que vai a Los Angeles e muda todo o cenário da voga.

Mary Shelley (Haifaa Al-Mansour, 2017)

Fanning faz o papel título, da jovem escritora inglesa que cria uma das mais marcantes histórias de horror: “Frankenstein”. Filme recluso aos cacoetes do drama histórico, mas nesse registro, atrizes e atores geralmente conseguem um tanto mais.

Um Dia de Chuva em Novidade York (Woody Allen, 2019)

Sem incerteza o melhor filme com a presença da atriz. Um charme adulto e intelectual, mas  também caipira, que mantém um manifesto olhar pré-adolescente, numa elaboração extraordinária. Ela começa o filme com o personagem de Timothée Chalamet, mas termina no mundo das artes.

* Sérgio Telheiro é crítico e professor de cinema

Fonte: Olhar Digital