25/01/2020 ~ 12:30

Após início complicado, Tesla bate recorde de vendas de carros em 2019

A Tesla bateu recorde de vendas em 2019, fechando o ano com 367.500 carros negociados, segundo dados publicados em seu site na manhã desta sexta-feira (3). Este número é maior do que a soma dos dois anos anteriores e foi dentro do que a montadora do Vale do Silício esperava para o período. O produto que foi o grande responsável por essa façanha foi o sedã Model 3, um dos carros de entrada da marca, que, só no último trimestre do ano, vendeu mais de 90 mil unidades.

O resultado fecha um ano importante para a Tesla, mas que não tinha começado tão bem, já que a montadora tinha iniciado 2019 com uma perda de US$ 702 milhões no primeiro trimestre — sua quarta pior perda trimestral desde que se tornou uma empresa de capital aberto em 2010. Esse começo nada animador tinha sido ocasionado por um período bem ruim nas vendas do Model 3 que, segundo Elon Musk, o CEO da marca, aconteceram porque a empresa havia anunciado mudanças mercadológicas importantes, com foco na Europa e na China.

A empresa também passou meses lutando contra a narrativa de que a demanda por seus carros estava caindo. Como resultado desse burburinho, o preço das ações da Tesla caiu constantemente durante a primeira metade do ano para menos de US$ 180 por ação — seu ponto mais baixo em três anos. Mas a empresa acabou se recuperando e entra em 2020 com suas ações valendo US$ 400 cada.

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Model 3 continua salvando a Tesla

Para o futuro, devemos ter novidades como o Model Y, um SUV compacto, e o controverso Cybertruck, que foi revelado em novembro e protagonizou notícias e memes dos mais variados. Além disso, a Tesla abriu uma fábrica na China para poder comercializar o Model 3 localmente, o que a ajudará a conter custos de transporte e logística, algo que encarecia o produto por lá.

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Source: Após início complicado, Tesla bate recorde de vendas de carros em 2019

Xiaomi afirma ter identificado motivo da falha nas câmeras da marca

Como publicamos na última quinta-feira (2), uma falha grave nas câmeras da Xiaomi fazia com que um usuário, ao tentar transmitir o conteúdo de sua câmera para o Google Nest, tivesse acesso a imagens aleatórias das câmeras de outros usuários ao redor do mundo. E, nesta sexta (3), finalmente a empresa chinesa se pronunciou sobre o caso.

Em comunicado enviado para o site The Verge, a empresa confirmou a existência do problema, afirmando que ele foi causado por uma atualização de cache liberada para seus dispositivos no dia 26 de dezembro. Essa atualização deveria melhorar a qualidade das transmissões ao vivo e a estabilidade do envio para dispositivos Google Nest, mas que acabou sendo o responsável por causar o problema.

Apesar de confirmar a existência da falha e o que causou o problema, a Xiaomi garantiu que foi um bug raro e que aconteceu com apenas alguns poucos usuários, já que aqueles que faziam a transmissão para o Nest a partir do app Mi Home não tiveram qualquer tipo de problema.

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Apesar disso, o Google ainda mantém o bloqueio de seus dispositivos Nest a qualquer câmera da marca chinesa. Isso acontece porque, ainda que o problema tenha sido identificado, os programadores chineses ainda não conseguiram encontrar uma forma de resolver de vez a questão. O Google também confirma que continua trabalhando junto da Xiaomi para corrigir de vez essa falha da forma mais rápida possível.

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Bichos estranhos! Viaje até 10.000 metros nas profundezas do oceano neste site

Que os oceanos são extremamente misteriosos muita gente sabe, mas o quão profundo são e o que há exatamente nas suas profundezas, ainda são um grande mistério para muitos — inclusive para os aficionados pelo mar. Pensando nisso, o cientista da computação Neal Agarwal publicou sua investigação marítima no site interativo The Deep Sea, (em inglês) onde um oceano se abre pela janela do navegador, exibindo parte da sua rica e estranha vida marinha.

A visualização do oceano vai até o ponto mais profundo de 10.850 metros, com um mergulho rico em águas-vivas estranhas, polvos e lulas gigantes que mais parecem saídas de um filme de ficção científica.

Desenvolvedor cria site com criaturas marinhas encontradas nas profundezas do oceano (Captura de tela: Fidel Forato/Canaltech)

Em 32 metros de profundidade, está o peixe-palhaço, que ficou popularizado pelo personagem Nemo nas animações da Pixar, junto de Dori — a peixinha com problemas de memória —, conhecida também como cirurgião-patela. Já as orcas, os leões-marinhos e os tubarões-cabeça-chata começam a aparecer no mar a partir dos 100 metros de profundidade.

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Nos 340 metros de profundidade, há o seguinte aviso: “este é o ponto mais profundo que um humano já mergulhou. Foi alcançado por Ahmed Gabr, em 2014.” Isso quer dizer que a partir de então, todo cuidado é pouco, mas é também a partir deste marco que as criaturas vão se tornando mais fantásticas, como a lula vaga-lume, nos 380 metros, que emite uma linda cor azulada. Ou ainda os moluscos Gymnosomata, que parecem ter asas.

Dignas da ficção científica: há uma série de criaturas gigantes no fundo do mar (Captura de tela: Fidel Forato/Canaltech)

Muito cuidado nos 773 metros de profundidade, com o polvo gigante, do Pacífico, que costuma medir mais de 3 metros. Outro gigante dos oceanos pode chegar até os 11 metros de extensão e vive a 805 metros de profundidade: é o regaleco ou peixe-remo, que já pensaram se tratar de um monstro-marinho.

Nessa crescente, as criaturas marinhas vão se multiplicando até o último registro, aos 10.000 metros de profundidade com uma espécie de crustáceo, o Hirondellea gigas. Mergulhando em velocidades normais de navegação na web, a visualização da página completa, feita em parceria com Harri Pettitt-Wade, professor da Universidade de Windsor, leva de 8 a 10 minutos para ser concluída.

The Deep Sea has already been viewed over a million times! Awesome to see so many people excited about the ocean. And thanks for the kind messages, still reading through them 🥰

— Neal Agarwal (@nealagarwal) 8 de dezembro de 2019

Sobre a invenção posta em águas salgadas desde o começo de dezembro, seu desenvolvedor, Agarwal, comemora, no Twitter, mais de um milhão de visualizações. No post, o cientsita da computação, formado pela Virginia Tech, ainda comenta que é “incrível ver tantas pessoas empolgadas com o oceano”.

Nostalgia dos anos 2000

Além de desbravar as profundezas do oceano, Agarwal já criou outras páginas interativas como um site em que compara o tamanho de astronautas, satélites e planetas nos espaço. Há também o Baby Map, feito para contabilizar a média dos nascimentos do mundo, enquanto se navega pela página. Em um minuto de tese, por exemplo, foram registrados 216 nascimentos, sendo que 64 deles eram na Índia.

As invenções de Agarwal tentam resgatar o espírito criativo de sua adolescência na internet (Foto: Divulgação/ Flash)

Quando questionado sobre suas inspirações para o desenvolvimento de sites considerados um tanto estranhos para os dias de hoje, Agarwal comenta que “a mídia social e os aplicativos móveis consumiram tudo, e a web tornou-se entediante novamente”, assim suas invenções são uma forma de romper com esse marasmo e alimentar essa nostalgia.

“Para entender meu trabalho atual, acho que você teria que entender como era a internet quando eu era criança”, continua o cientista da computação. Nos anos 2000, “o Flash estava em toda a internet“, quando a rede de comunicações estava no auge, em sua adolescência. Nessa época, para o autor dos sites, as crianças estavam envolvidas em jogos e animações em Flash, muito mais divertidas que o entretenimento atual, mesmo que um pouco estranhas e até toscas. E é esse espírito que o desenvolvedor busca resgatar com suas criações.

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Como a LGPD vai impactar o setor de logística

Por Paulo Padrão*

A nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) marcará uma profunda transformação no modo como as empresas utilizam as informações de seus clientes. Mas, embora já esteja claro que a regulamentação alterará por completo a rotina de segmentos como o e-commerce, varejo, bancos e telcos, o fato é que outros mercados ainda parecem seguir longe das discussões. Por exemplo: você já imaginou como a LGPD vai impactar o setor de logística no Brasil?

Essencial para o sucesso do comércio eletrônico, o transporte de cargas e encomendas é uma das áreas que mais precisarão se adequar às demandas da nova regra. Afinal de contas, além da loja virtual de sua preferência, quem faz a entrega de seus pedidos também tem acesso a suas informações pessoais — como nome, endereço, telefone, documentos etc. Sendo assim, não é difícil entender por que as companhias do setor logístico precisam se atentar às definições da LGPD, sobretudo no que se refere à privacidade e à gestão de dados.

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A nova regulamentação exigirá que todas as organizações que trabalham com dados pessoais e ou dados sensíveis busquem modelos de atuação mais seguros e inteligentes, protegendo seus clientes contra possíveis roubos ou vazamentos de dados. Por isso, mesmo que as empresas logísticas não sejam responsáveis diretas por coletar as informações dos consumidores, elas também devem trabalhar para manter suas operações em conformidade com as regras.

De forma geral, as companhias do setor logístico precisarão alterar por completo as exigências para uso, armazenamento e compartilhamento de informações dos clientes. Além disso, há uma questão a ser pensada: o que fazer com os dados dos consumidores depois de uma entrega? Qual é o destino a ser dado a essas informações? É justamente esse tipo de resposta que a LGPD exigirá e norteará a partir de agosto de 2020.

O primeiro passo na preparação para essa jornada é avançar no conhecimento sobre como a LGPD afetará a rotina das operações, planejando ações que garantirão a visibilidade e o controle de todos os ativos digitais. Para a criação desse ambiente regulamentado, será preciso analisar toda a estrutura para mapear quais dados são armazenados, os locais de armazenamento, as áreas que utilizam essas informações e quais são as verificações e controles que precisam ser criados para as necessidades específicas de cada equipe ou área de atuação.

Mas é preciso deixar claro que a nova lei não pode ser encarada apenas como mais uma exigência regulamentar ou um simples projeto de TI. É importante que os líderes vejam a LGPD como uma oportunidade de reforçar suas habilidades para o futuro digital, transformando as informações e análises de dados em uma rica e verdadeira fonte de evolução dos negócios. A adequação à legislação não é somente um projeto de tecnologia ou jurídico – mais do que isso, é uma chance de construir uma operação segura e eficiente por meio da inovação tecnológica e da visão estratégica dos negócios.

De fato, o grande impacto que a LGPD traz às empresas é a necessidade de cuidar e utilizar seus dados como um tesouro a ser protegido de forma permanente dentro das operações. Com processos cada vez mais conectados, as informações estão no centro das atividades empresariais e diretamente associadas à satisfação dos clientes – ainda mais em um ramo como o mercado logístico, que precisa entregar agilidade, segurança e confiança em seus serviços.

O que os líderes devem avaliar, portanto, é como alinhar suas rotinas às exigências da lei e, a partir dela, construir um ambiente de inteligência de dados mais robusto e preparado para potencializar os resultados de suas corporações. Pesquisas indicam que veremos, em breve, um grande salto no uso de sistemas de automação focados em Data Intelligence, Analytics e Inteligência Artificial. E essas são justamente as ferramentas tecnológicas que ajudarão a integrar novas perspectivas de negócios.

A combinação entre a tecnologia e a estratégia das empresas é o melhor caminho para simplificar a geração de insights que permitam às organizações se ajustarem ao futuro. O momento demanda inteligência e preparo, acima de tudo. O que significa dizer, portanto, que as companhias de todas as áreas devem adequar o quanto antes suas estruturas. A continuidade dos negócios dependerá diretamente dos dados e não há tempo a perder. As empresas que conseguirem transformar os desafios da nova lei em oportunidades de crescimento e de geração de valor avançarão rumo ao sucesso.

*Paulo é Vice-Presidente Senior e General Manager da ASG Technologies para a América Latina

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Source: Como a LGPD vai impactar o setor de logística

Quem segura? Grand Theft Auto 5 está disponível no Xbox Game Pass

A Microsoft continua com a saga de deixar o Xbox Game Pass cada vez mais robusto e atrativo. O game da vez a entrar no serviço de jogos por assinatura da gigante de Redmond é nada mais, nada menos do que Grand Theft Auto 5, título que já angariou mais de US$ 6 bilhões em receitas desde seu lançamento, em 2013.

Apesar de tanto tempo após sua chegada ao mercado, GTA V continua vendendo que nem água, figurando sempre nas principais listas de jogos mais comercializados em várias praças pelo mundo. Além disso, GTA Online segue sendo constantemente atualizado pela Rockstar e atrai milhares de jogadores.

Prova disso é que, em 2019, as receitas do GTA Online aumentaram quase 23%, atingindo uma nova alta histórica, impulsionada pelo lançamento da atualização Diamond Casino & Resort , disponibilizado no verão passado. Esse conteúdo amplificou o envolvimento dos jogadores em nível recorde, se considerarmos usuários ativos diários, semanais e mensais.

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Have you seen the news lately? pic.twitter.com/fYxxQI06tD

— Xbox Game Pass (@XboxGamePass) January 3, 2020

O game já pode ser baixado pelos usuários do Xbox Game Pass pelo console ou remotamente, por meio do app Xbox Game Pass, cujo download pode ser feito tanto para Android quanto para dispositivos iOS.

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Source: Quem segura? Grand Theft Auto 5 está disponível no Xbox Game Pass

Football Manager 2019: veja a configuração necessária para rodar o game

O Football Manager 2019 é a versão mais recente de um simulador de futebol lançado pela SEGA. Lançado para computadores, Nintendo Switch e também para smartphones Android e iOS, ele permite coordenar times de futebol do mundo inteiro ou atuar como cartola. Se você deseja uma alternativa ao FIFA e a outros jogos de futebol famosos, confira os requisitos mínimos e configurações necessárias para baixar o jogo logo a seguir:

Football Manager 2019: requisitos mínimos

Ao contrário do que podem pensar, não é necessário ter um computador, celular ou videogame dos mais potentes para jogar Football Manager 2019. Processadores a partir do Intel Pentium 4 e 2GB de RAM já são mais do que suficientes para rodar o simulador de futebol em PCs, por exemplo.

Requisitos mínimos para rodar Football Manager 2019 um computador com Windows

Se você deseja jogar Football Manager 2019 em seu computador Windows, os requisitos mínimos são:

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Sistema Operacional: Windows a partir do 7; Processador Intel Pentium 4; Memória RAM de 2GB; Placa de vídeo: GeForce 9600, AMD Radeon 3650 com pelo menos 256MB ou DirectX 9.0; Memória HD: mínimo de 7GB de espaço. Football Manager 2019 possui requisitos simples (Imagem: Reprodução/GameSpot Brasil)

Já os requisitos altamente recomendados para que o jogo possa ser jogado em seu máximo de qualidade são:

Sistema Operacional: Windows 7 64 bits; Processador: Intel Core 2 Duo E8300 2.83 GHz ou AMD Phenom III X3 700e; Memória RAM de 4GB; Placa de vídeo: AMD Radeon R7 7650K, NVIDIA GeForce GT 640 ou DirectX 9/ Memória HD: mínimo de 7GB.

Requisitos mínimos para Mac OS X

Mas se você deseja jogar o Football Manager 2019 em seu Mac OS X, precisará de:

Sistema Operacional: OS 10 (ou superior); Processador: Intel Core 2 (1.8 GHz +); Memória RAM de 2GB; Placa de vídeo: Intel GMA X4500, NVIDIA GeForce 9600M GT ou AMD/ATI Mobility Radeon HD 3650; Memória HD: 7 GB de espaço. Football Manager 2019 (Imagem: Reprodução/Trivela.com.br)

Football Manager 2019 para Android e iOS

Você também pode baixar o jogo em seu Android e iOS. Para isso, as versões de cada software devem ser, respectivamente, a partir de 4.1 e 8.0. Em geral, o game não ocupa muito espaço e pode ser jogado tranquilamente caso a memória de seu smartphone não esteja muito cheia.

Football Manager 2019 também pode ser jogado em seu smartphone (Imagem: Divulgação/Google Play Store)

Como adquirir o Football Manager 2019 no Brasil

O Football Manager 2019 para computador pode ser adquirido no site da Microsoft e comprado em sua versão para o Nintendo Switch em importadoras online.

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Source: Football Manager 2019: veja a configuração necessária para rodar o game

Confira dicas para jogar Mario Kart Tour

O jogo Mario Kart Tour é mais uma versão da série que conta com os personagens que são, até hoje, os maiores ícones do mundo dos games: Mario, Luigi, Peach, entre outros. Disponível gratuitamente para Android e iOS, ele traz toda a nostalgia para quem sabe como era bom se distrair com suas aventuras ainda na versão antiga do Nintendo.

Confira, a seguir, algumas dicas infalíveis para jogar Mario Kart Tour e garantir seu melhor desempenho no game.

Mario Kart Tour: saiba como usar o “boost”

O “boost” é uma ferramenta bem conhecida por quem já jogou Super Mario Kart (versão para console). Ela permite disparar logo na largada e garantir uma boa distância do resto dos competidores ou reduzir a diferença entre você e os primeiros lugares. Por isso, sempre que necessário, aproveite o recurso segurando o dedo na tela do celular após o número 2 dá contagem regressiva ser exibido.

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Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução)

Mario Kart Tour: realize o maior número de atividades possíveis

Para ganhar ainda mais velocidade durante suas corridas em Mario Kart Tour, e aumentar suas chances de chegar em primeiro lugar, nunca se contente somente com o acelerador. Sempre que possível, use rampas para pular em penhascos, acerte seus adversários com itens de ataque, derrape em curvas e, principalmente, colete moedas. Todas essas atividades rendem pontos em sua posição e permitem realizar uma corrida muito melhor. Para usar todas as ferramentas disponíveis em Mario Kart Tour, no entanto, você deve se lembrar de acessar o menu do jogo e, em “Configurações”, selecionar “Método de controle”. Depois, altere as configurações até que elas fiquem assim:

Derrapagem manual: ligado; Direção inteligente: desligado; Controle por movimento: ligado; Itens automáticos: desligado. Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução)

Mario Kart Tour: solte o máximo de itens possíveis para atrasar seus adversários

Se você possui itens que podem ajudar a atrasar seus adversários, jamais os segure com você. Sempre é possível adquiri-los em caixas misteriosas que são deixadas na pista. Por isso, aproveite essas chances para liberar o que tem e faça todos os que estão atrás de você ficarem o mais distante possível. Acredite, esta pode ser uma ótima estratégia.

Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução)

Mario Kart Tour: controle seu dinheiro

Existem diversos itens colecionáveis disponíveis no game, mas que costumam custar bem caro. Alguns deles, inclusive, são temporários e podem acabar sendo removidos do jogo após um tempo. Por isso, prefira gastar com eles ao invés de desperdiçar dinheiro em itens triviais. Vale lembrar que Mario Kart Tour também pode ser jogado por crianças, o que torna necessário controlar ainda mais os gastos com jogos na Play ou App Store.

Cuidado para não gastar demais com Mario Kart Tour! (Imagem: Reprodução/MacMagazine/UOL)

Mario Kart Tour: faça login todos os dias

Outra dica bem interessante para Mario Kart Tour consiste em realizar seu login no jogo todos os dias, uma vez que itens bônus são oferecidos a cada dia jogado. Se você deseja colecionar vários deles sem gastar, essa é uma boa saída.

Faça login em Mario Kart Tour todos os dias e garanta prêmios (Imagem: Reprodução)

Mario Kart Tour: preste atenção nas pistas

O jogo oferece muitas possibilidades de corredores, carros e planadores. Além disso, cada uma das pistas apresenta caixas misteriosas diferentes, cujos itens, quando iguais, podem garantir recompensas. Por isso, vale a pena prestar atenção em quais pistas são mais favoráveis para sua combinação.

Mario Kart Tour: preste atenção nas pistas (Imagem: Reprodução)

Mario Kart Tour: saiba quando combinar corredores, karts e planadores

Conforme você avança em Mario Kart Tour, pode desbloquear novas opções de corredores, karts e planadores. Cada um deles torna possível adquirir determinado número de pontos, que são responsáveis por posicionar o jogador em melhores lugares na largada. Prefira combinações que lhe posicionem mais à frente (de preferência, em primeiro lugar).

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Como funciona um estúdio de jogos mobile? Canaltech visitou devs de Castle Clash

Você consegue dizer um jogo que esteve constantemente em sua vida ao longo dos últimos sete anos? Para muita gente na América Latina e Ásia, a resposta envolve um título da I Got Game, a IGG. Não é à toa que, em um mundo altamente competitivo e no qual as tendências mudam tanto, os títulos da empresa são presença constante nas listas dos 100 apps mais lucrativos nas lojas do Android e iOS.

Você pode não jogar, mas com certeza já ouviu falar de Lords Mobile ou Castle Clash, os dois maiores games da companhia. Enquanto o segundo é o principal dentro da estrutura corporativa, o segundo tem o Brasil como um de seus mercados preferenciais. Na realidade, a mira da IGG, hoje, se concentra basicamente em dois territórios: América Latina e Ásia Pacífico, de onde vem boa parte de seu crescimento e os bons números que ela vem encontrando.

Apesar de ter sua sede na China, a IGG tem 16 escritórios espalhados pelo mundo, incluindo um em São Paulo (SP), e faz questão de taxar a si mesma como uma empresa global. Tanto que, ao contrário de outras colegas de trabalho de seu país, ela tem uma receita altamente dividida: o maior território é, sim, a Ásia, com 35% do faturamento mundial, enquanto América do Norte e Europa representam 25% e 23%, respectivamente.

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Com sede na China, IGG tem escritórios de desenvolvimento e operações em 16 de seus territórios principais, o que inclui também o Brasil (Imagem: Felipe Demartini)

“O mercado ocidental é sempre o foco inicial de nossos jogos, ao contrário da maioria das produtoras asiáticas. Quando lançamos um game, ele chega primeiro em inglês e só depois, se der certo, começa a ganhar localizações nos idiomas em que a penetração foi maior”, explica Wai Cheong Choy, diretor de negócios e operações da IGG. E localização, para ele, tem um sentido muito mais amplo do que apenas traduzir um jogo e fazer com que ele saia falando vários idiomas.

Muitas das sucursais regionais não são apenas escritórios de atendimento ou marketing, como acontece com a maioria das empresas de games, mas também centrais de desenvolvimento, que podem variar de tamanho. Enquanto a matriz, na China, conta com mais de 1.000 artistas, designers, programadores e outros envolvidos na linha de frente da produção de um título, o escritório em Singapura, que o Canaltech foi convidado a visitar, conta com cerca de 80 profissionais dessas áreas. E essa história se repete em outros países nos quais a IGG tem atuação focada, com 30 linhas de desenvolvimento simultâneas existentes em todas as bases da companhia.

“Tentamos ter times próximos dos jogadores para entendermos suas necessidades e interesses regionais. Isso acaba sendo transformado em conteúdo, com eventos especiais e ofertas limitadas de itens, por exemplo”, conta Richard Chua, diretor-geral da produtora. No momento da visita, por exemplo, estávamos no início da temporada de natal em Castle Clash, com os mapas ganhando um aspecto nevado e itens aparecendo com inspiração nas figuras dessa época.

Eventos sazonais fazem parte da estratégia local da IGG com seus jogos, mas a garantia é de que todo o conteúdo estará disponível, globalmente, a todos os jogadores (Imagem: Felipe Demartini)

Nada, entretanto, é exclusivo, e a IGG faz questão que todos os usuários tenham acesso ao conteúdo da mesma maneira. De acordo com Chua, os castelos podem ganhar skins de samurais, em homenagem ao Japão, ou decorações do carnaval brasileiro, mas nenhum desses conteúdos será exclusivo dessas regiões. “Acreditamos que essa é uma boa forma de apresentar outras culturas ao nosso público”, diz o executivo, que aponta, no máximo, o lançamento de artigos sazonais, que não podem ser obtidos após o fim dos eventos.

Além disso, a IGG trabalha de forma localizada na precificação para garantir que os valores de microtransações estejam o mais próximo possível da realidade de cada país. Aqui, o executivo enxerga uma matemática complicada acontecendo já que, ao mesmo tempo em que os valores não podem ser altos demais para que a proposta seja viável, eles também não podem ser equilibrados de forma global. Analisar métricas e trabalhar com diferentes modelos de monetização, de acordo com ele, ajuda nessa tarefa.

Jogos pagos são coisa do passado (para a IGG)

Richard Chua, diretor geral da IGG, vê o mercado de jogos premium como caminho para desenvolvedoras independentes, mas não para a empresa, que tem capital para manter fluxo de atualizações e marketing (Imagem: Felipe Demartini)

Essa ideia de que tudo deve estar acessível a todos também passa pelas políticas de monetização aplicadas pela companhia, sempre uma pedra no sapato dos jogadores quando mal implementadas e um problema para ser resolvido por produtoras que queiram alcançar o sucesso. Jogos completos ou plenamente pagos passam longe do radar da IGG, que encontrou uma casa confortável no modelo free-to-play, que seus executivos acreditam ser os principais pilares do crescimento dos jogos da marca.

São dois os grandes pilares de monetização usados pela IGG em seus títulos. Games mais casuais, por exemplo, contam com a exibição de anúncios em meio às partidas para garantir rendimentos para a empresa, enquanto microtransações para compras de itens gera uma renda extra nos jogos para um público hardcore. Em conversa com o Canaltech, Chua disse que é a combinação dessas duas coisas que permite à IGG manter um fluxo de atualizações mensais e relevantes para Castle Clash há quase sete anos e sem data para acabar.

“Ter um bom jogo ajuda a criar um hit, mas não é só isso”, explica ele. “Precisamos trabalhar com a comunidade e entender que os jogos estão se tornando uma extensão da vida real. E como no cotidiano, temos de apresentar novidades sempre, caso a gente queira continuar ativo”. É a partir dai que, de acordo com o executivo, surge a vontade das pessoas em investirem algum dinheiro nos games, seja para obter um item exclusivo ou vantagem especial.

Mesmo com toda essa confiança em suas próprias obras, a IGG sabe que o número de usuários pagantes ainda é muito baixo em relação à base de usuários geral. E, novamente, por causa da dinâmica citada por Chua, o grande foco de investimento da companhia é, justamente, manter os usuários jogando. “Se um produto é bom, as pessoas sempre vão querer gastar algum dinheiro com ele”, finaliza.

IGG tem 30 linhas de produção de games e desenvolvedores trabalhando em todos os países em que tem presença; Lords Mobile e Castle Clash são principais títulos (Imagem: Felipe Demartini)

É justamente por isso que a produtora é taxativa ao dizer que não possui interesse em trabalhar com propostas premium, ou seja, aquele método mais tradicional em que o usuário adquire um jogo completo antes de ter acesso a ele. Mais do que um modelo inviável para o mercado mobile, onde a maioria dos aplicativos são gratuitos, Chua acredita que a adoção do formato gera uma barreira de acesso. “Basta olhar a lista de jogos mais lucrativos de qualquer loja online: dificilmente um jogo pago estará lá”, completa.

É um ensinamento que vem dos primeiros anos da I Got Game. Fundada em 2006, a empresa começou no ramo da distribuição de jogos de PC na Ásia, com uma breve passagem pela onda dos games para browser até que, no início da década passada, voltou seu olhar para o mobile. Castle Clash, o primeiro jogo, foi lançado em 2012 e foi a grande âncora da abertura de capital da companhia, além de mostrar a todos os envolvidos que o caminho a seguir é mesmo o dos games gratuitos com outros tipos de monetização.

Do ponto de vista dos negócios, os focos estão na América Latina e na região sudeste da Ásia, de forma a fragmentar ainda mais os números de faturamento que, hoje, estão concentrados na Europa, América do Norte e no restante do continente asiático. “A diversificação é importante e continuamos a adaptar os games para que eles funcionem cada vez melhor nestes territórios”, finaliza Choy.

Para os próximos anos, foco da IGG recai sobre o mercado de eSports e também sobre regiões como sudeste da Ásia e América Latina (Imagem: Felipe Demartini)

Uma tendência, por exemplo, já pôde ser observada em relação ao Brasil. “Lá, os jogadores não se importam em passar muito tempo com um jogo, pelo contrário, isso faz parte da cultura”, aponta o executivo, citando que existe uma dinâmica semelhante a essa na Índia. Ou seja, as bases para apostar em nosso território já estão firmadas e conhecidas, bastando que, como brincaram os responsáveis pela IGG durante nossa visita, as pessoas passem a gastar dinheiro com a empresa.

Por outro lado, não é como se a IGG estivesse decretando a morte do modelo premium. Pelo contrário, os executivos da empresa citam esse como um padrão bastante viável para desenvolvedoras pequenas, por exemplo, que podem não ter o capital necessário para criar as imprescindíveis atualizações periódicas de conteúdo, muito menos o financiamento de marketing para fazer sua voz ser ouvida. Vender um título pode ser importante para gerar o capital que, na sequência, permite o desenvolvimento de propostas desse tipo.

 

Um game brasileiro, inclusive, foi citado como um bom exemplo disso. Tetragon: Unknown Planes, dos brasileiros da Cafundó Studio, é um puzzle game que, na visão de Charlene Toh, gerente geral de desenvolvimento de negócios da IGG, traz uma mecânica surpreendente para atrair compras. A primeira fase é gratuita e instigante, segundo ela, com o teaser para a segunda aguçando o apetite de forma perfeita para que o jogador passe o cartão de crédito.

Para os próximos cinco anos, porém, a IGG vê essa tendência de sucesso dos games gratuitos se ampliando cada vez mais, principalmente com foco nos games sociais. Além disso, Chua adianta algo para o Canaltech: a empresa está prestes a entrar no segmento de eSports com um conceito novo que, claro, não foi revelado em primeira mão. “Queremos inovação, e não fazer a mesma coisa que todo mundo”, completou o executivo, deixando tudo no ar.

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Como usar o MadLipz: aplicativo permite adicionar vozes em cenas de filmes

O MadLipz é um aplicativo gratuito para Android e iOS que permite adicionar gravações de voz em cenas de filmes famosas (e também vídeos da Internet). Famoso, o app conta com mais de 10 milhões de instalações na Google Play Store, tudo isso por conta de uma criação que foi realizada com ele e acabou viralizando: o meme de um macaco, no qual o animal é dublado de forma hilária.

Embora gratuito, o MadLipz oferece muitas opções de vídeos e cenas de filmes, séries, novelas e até mesmo reportagens exibidas em telejornais. Além disso, o usuário pode adicionar legendas em vários idiomas ao invés de clipes de voz.

Como usar o MadLipz

Passo 1. Faça o download do aplicativo na App Store ou Google Play.

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MadLipz: aplicativo pode ser baixado gratuitamente (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Abra o MadLipz e escolha se deseja ativar ou não as notificações do app em seu smartphone. Depois, toque em “Cadastre-se” para criar sua conta no aplicativo.

É possível criar sua conta no MadLipz através do Google ou Facebook (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3. Digite seu e-mail e uma senha válida para criar sua conta no Madlipz. Você também pode se inscrever usando sua conta do Google ou Facebook.

Crie sua conta no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. Você pode navegar por todos os vídeos do MadLipz através das categorias disponíveis na parte superior da tela. Selecione o seu preferido e, depois, clique no ícone de microfone para adicionar sua dublagem ou legenda. Para dublagem, escolha “Dub”. Para legenda, “Sub”.

Como usar o MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5. Permita o acesso do MadLipz ao microfone caso queira fazer uma dublagem. Depois, selecione o personagem para o qual deseja emprestar a sua voz e toque no ícone de gravação, localizado na parte inferior da tela.

MadLipz: duble e legende vídeos engraçados (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 6. Uma vez que sua dublagem tenha sido concluída, você pode aplicar efeitos. Para isso, selecione o ícone no canto direito da tela. As opções se dividem entre dublagens femininas e masculinas, bem como um efeito que simula um megafone.

Edite suas dublagens no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 7. Salve sua dublagem no MadLipz selecionando o ícone de visto, localizado no canto superior direito da tela. Em seguida, selecione se sua criação será privada ou pública e adicione uma descrição para ela.

Salve sua dublagem no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 8. Pressione o ícone de visto novamente, escolha a rede social na qual deseja compartilhar sua criação do MadLipz e selecione “Pronto”. Você também pode postar suas dublagens no próprio app, uma vez que todas podem ser acessadas em sua tela principal, onde você pode adicionar outros usuários e curtir posts determinados. O MadLipz pode ser usado como uma rede social.

Compartilhe suas criações do MadLipz nas redes sociais (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 9. Para acessar seu perfil no app, pressione o ícone de avatar, localizado no canto inferior direito da tela. Nele, você poderá ver seus posts, seguidores, visualizações e curtidas.

Visualize seu perfil no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 10. Caso você queira acessar suas configurações no MadLipz, é possível acessá-las selecionando o ícone de engrenagem, localizado no canto superior direito.

Acesse suas configurações no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

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