Americano é condenado por falsificar CDs de recuperação do Windows

Pirataria não costuma ser um assunto muito complicado: alguém, que não o fabricante original, cria um produto idêntico (ou aparentemente idêntico) ao original e vende sem ter permissão de usar a marca e o desenho do produto. No caso de software de computador, a pirataria normalmente exige o uso de programas que burlam recursos de segurança ou então de uma chave de licença roubada de outro consumidor.Mas o empreendedor norte-americano Eric Lundgren recebeu uma sentença de 15 meses de prisão por pirataria de software, apesar de sua pirataria não permitir o uso do programa por quem não tenha a chave de licença. Ele não distribuiu licenças e nem alterou o sistema operacional Windows para ele fosse ativado de forma irregular.Lundgren, que atua no ramo da reciclagem de lixo eletrônico, fez milhares de cópias de discos de recuperação do Windows com a marca da Dell. Segundo Lundgren, o objetivo era permitir que computadores antigos -- que poderiam virar lixo eletrônico pela falta do software original --, pudessem ter seu software restaurado após uma falha no disco rígido ou outros problemas que exigissem a reinstalação do sistema.Máquinas vendidas por integradoras e fabricantes (OEM, na sigla em inglês) normalmente acompanhem uma etiqueta de autenticidade na qual está registrado o número da chave de licença do Windows. Quem usa o CD de recuperação depende dessa informação para ter um sistema funcional. Ou seja, era preciso ter uma licença do Windows antes de usar o CD.Lundgren, no entanto, se declarou culpado das acusações: o CD de recuperação duplicado pelo empresário copiou completamente a aparência e as marcas da Dell e da Microsoft. Dessa forma, não era possível saber que se tratava de uma cópia. O empresário não contestou isso, mas alegou que a infração não gerou nenhum prejuízo. O tribunal discordou após ouvir o lado da Microsoft, que foi consultada pelos procuradores federais que montaram a acusação.Esses CDs de recuperação já nem sempre acompanham computadores novos, mas ainda é possível, em alguns casos, solicitar o CD. Na compra de uma máquina nova no site da Dell, solicitar o CD -- disponível apenas em máquinas vendidas com Windows -- tem custo zero (foto). Mas a Microsoft entrou no processo de acusação afirmando que os CDs na verdade valem US$ 25 (cerca de R$ 80) e Lundgren foi acusado de causar prejuízos de US$ 700 mil (cerca de R$ 2,35 milhões) por 28 mil CDs apreendidos por fiscais alfandegários.Os US$ 25 informados pela Microsoft são o custo de uma licença do Windows exclusiva para parceiros que vendem computadores recondicionados -- uma licença que a empresa não vende no varejo. A licença comercializada no varejo, que pode ser usada em computadores novos, saía por US$ 299 (o sistema em questão era o Windows XP Professional).A corte, aceitando os valores informados pela Microsoft e ignorando o testemunho de um especialista chamado pela defesa que disse que o valor dos CDs era "zero ou perto de zero", decidiu pela condenação à prisão, mais US$ 50 mil de multa. Um tribunal de segunda instância indeferiu o recurso de Lundgren.A cobertura da imprensa sobre o assunto nos Estados Unidos foi um tanto negativa. Muitos veículos apontaram o passado de Lundgren: sua empresa de reciclagem tem grandes corporações entre seus clientes e ele detém o recorde do Guinness de alcance de um carro elétrico em uma única carga. O veículo era um BMW modificado quase só com peças recicladas.A Microsoft inicialmente declarou que toma esse tipo de atitude para proteger seus clientes contra software pirata, que poderia expor os consumidores a códigos maliciosos. Esse argumento é falso. Se Lundgren tivesse alterado o Windows ou incluído vírus, ele poderia ser processado por isso, mas não foi, porque as cópias eram totalmente autênticas.A Microsoft não pode nem sequer alegar que o sistema distribuído era inseguro por estar obsoleto. Em 2012, quando os CDs de Lundgren foram apreendidos, o Windows XP ainda estava recebendo atualizações de segurança da Microsoft.O problema é que, apesar disso tudo, Lundgren estava sim cometendo um crime e tinha, conforme os documentos obtidos pela corte demonstraram, intenção clara de enganar consumidores e até empresas que vendem computadores recondicionados. E-mail de Eric Lundgren ao seu sócio Bob Wolff sugere como vender os CDs falsificados para um cliente. 'Se te ligarem, se faça de burro e diga que comprou de uma empresa de gestão de ativos do exterior. Diga que está garantido que o produto é real e que você pagou um preço bem alto por ele.' (Foto: Reprodução)A Microsoft publicou uma resposta mais encorpada sobre o caso após a repercussão negativa, destacando e-mails de Lundgren em que ele discute com o sócio a necessidade de vender o "produto" e conseguir com a operação um "faturamento constante". Em certa altura, o empresário até reclama do baixo retorno da empreitada. À imprensa, Lundgren disse que os CDs não tinham fins lucrativos -- o que os documentos colhidos pelo tribunal mostram ser uma mentira.O empresário ainda adotou medidas para burlar a fiscalização alfandegária dos Estados Unidos, já que fazia a duplicação de um CD em uma fábrica na China e tinha que importar para solo americano. Em um e-mail, ele aconselha seu sócio -- responsável pela venda dos produtos -- a informar a clientes que os CDs foram adquiridos a um preço alto e que eles são absolutamente genuínos.Não há dúvida de que Lundgren cometeu uma infração ao copiar a aparência dos CDs de recuperação e que ele enganou a imprensa e o público ao se apresentar como um empresário que "só queria ajudar as pessoas", como afirma em um vídeo no YouTube. Mas a Microsoft também induziu ao erro ao se valer do argumento da "segurança" dos consumidores e equiparar os CDs de recuperação do Windows à venda de uma nova licença que ela impõe aos seus parceiros.Lundgren tem usado sua condenação para promover uma iniciativa que pretende alterar a legislação norte-americana para que fabricantes de eletrônicos sejam obrigados a viabilizar reparos de seus produtos, vendendo peças avulsas e distribuindo manuais técnicos. Diversas empresas são contra a medida, entre elas a Apple e a Microsoft.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] ...

Ingressos para show da Anitta em Fernandópolis estão à venda

Apresentação será a partir das 22h de sábado (28). Cantora Anitta vai se apresentar em Fernandópolis (SP) neste sábado (28) Divulgação Estão à venda os ingressos para o show da cantora Anitta, que será realizado neste sábado (28), em Fernandópolis (SP). Na apresentação, os fãs da artista esperam por sucessos como “Paradinha”, “Vai malandra” e o mais novo hit “Romance com Safadeza”, gravado em parceira com Wesley Safadão. Os ingressos estão à venda na internet. A pista custa R$ 40 e o camarote é R$ 80. Serviço A cantora Anitta vai se apresentar a partir das 22h de sábado no Bartoshow Expo, localizado na avenida Augusto Cavalim, 2098, em Fernandópolis. Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba ...

Saber quem visita perfil no Facebook e segurança do Android: pacotão

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para [email protected] A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> É possível saber quem visita sua página no Facebook?Parece que às vezes antigas perguntas podem receber novas respostas: a tecnologia é rapidíssima!Bem, a minha pergunta é aquela já clássica: é possível saber quem visitou (amigo ou não) minha página no Facebook, mesmo se a pessoa não faz nenhum comentário ou curtida? A resposta que eu costumava ouvir era: "não é muito fácil descobrir isso, depende da instalação de algum aplicativo ou extensão que nem sempre espelha exatamente a visitação de outras pessoas no seu Face".Pois bem: de um mês para cá, repetiu-se comigo por 3 (três) vezes a mesma situação. Apenas visitei a página de "amigos de amigos", mas nelas não fiz nenhum comentário ou curtida (e nem pedi para ser amigo). Eis que no dia seguinte, recebo em "Notificações" a "sugestão de amizade" destas pessoas.Ora, para mim a conclusão é evidente: se eu visitei a página delas anonimamente, não fiz comentários nem curtidas, e depois recebo uma sugestão de amizade, então essas 3 pessoas dispõem de algum recurso que permite que elas saibam quem entrou no Face delas!Estou errado no raciocínio? E qual seria este recurso, Altieres, você sabe informar? Também estou interessado em instalá-lo na minha página...RicardoA resposta continua a mesma, Ricardo: não é possível.O seu raciocínio em si não está errado, mas há um erro factual. Parece que você entende as "sugestões de amigos" no Facebook como algo que foi iniciado pelos amigos que apareceram como sugestões. Assim, eles teriam que saber que você visitou o perfil deles para se "sugerirem" para você.Mas não é esse o caso. O recurso de "sugestões de amigos" do Facebook é um recurso autônomo do próprio Facebook e é baseado no seu comportamento na rede social. Ou seja, essa pessoa apareceu como sugestão para você porque você visitou o perfil dela. O Facebook, percebendo seu "interesse" nessa pessoa, sugeriu ela para você.Embora você não saiba quem visitou seu perfil, o Facebook obviamente sabe e faz uso, sim, dessa informação.Todos os sites, programas ou extensões de navegadores que prometem mostrar "quem visitou seu perfil" no Facebook devem ser tratados como fraudulentos. Esse recurso simplesmente não existe e, se um dia vier a existir, será informado pelo próprio Facebook.Tentar buscar algum meio de saber quem visitou o perfil é um grande risco para cair em fraudes ou ser enganado de alguma forma. Qualquer site falso pode selecionar alguns amigos ou amigos de amigos e marcar essas pessoas como "visitantes" do seu perfil -- você jamais teria como saber se a informação é correta ou não.>>> Segurança de Android x iPhoneEstou usando um iPhone 7 Plus e estou pensando em trocar por um Galaxy S9+. Minha dúvida é a seguinte: Ouvi falar que iOS é mais seguro que Android, porém são novos telefones e dizem ter mudado bastante as coisas. Compensa a troca no quesito segurança?Guilherme D. SoteloO iPhone é sim mais seguro que o Android. Mas lembre-se que é difícil fazer avaliações de segurança. Algo ser mais seguro não é garantia de que você não terá problemas ou que nenhum ataque grande possa ocorrer. Depende, também, do interesse dos possíveis invasores ou bandidos.No papel, o iPhone supera o Android porque tem mecanismos de atualização mais consistentes e a loja oficial da Apple registra bem menos casos de aplicativos maliciosos. Na prática, o iPhone sofre com problemas que causam bastante incômodo, como a "letra bomba" -- e esses problemas não afetaram quem usa telefones com Android.Na prática, os aplicativos maliciosos no Google Play são baixados por poucos usuários e as falhas no Android, embora muito mais graves do que as identificadas no iPhone, raramente são exploradas em ataques verdadeiros.Se você decidir instalar aplicativos fora do Google Play, vai ter um risco muito maior no Android. Mas não é justo fazer essa comparação no iPhone, já que o iOS nem mesmo permite oficialmente que você instale aplicativos fora da loja oficial.Em outras palavras, nem sempre uma segurança superior nas especificações e no papel vai se traduzir em uma vida mais tranquila, especialmente quando a diferença é bastante pequena (aparelhos Android de ponta, como o S9, são mais seguros que modelos mais simples). Quem mais sofre, como sempre, é quem compra celulares mais baratos ou antigos e logo fica sem as atualizações dos fabricantes.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para [email protected] Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima! ...

Golpe do Bolsa Família atrai 600 mil vítimas no WhatsApp

Mensagem recebida no WhatsApp com o link fraudulento. (Foto: Reprodução/Psafe)Criminosos estão usando o Bolsa Família como tema em mais um golpe disseminado pelo aplicativo de mensagens WhatsApp, de acordo com o dfndr lab, o braço de pesquisas de cibercrime da PSafe, fabricante de antivírus para Android. A mensagem promete um adicional de R$ 954 para beneficiários do programa social do governo.A fraude leva usuários para uma página que obriga a vítima a compartilhar o link maliciosos com seus contatos ou grupos. No fim, o site malicioso oferece a instalação de aplicativos possivelmente indesejados e que podem deixar o celular vulnerável, de acordo com a PSafe. A "recomendação" de aplicativos é um golpe frequente no Android, pois é muito comum que desenvolvedores paguem quem "recomenda" a instalação de seus aplicativos, inclusive para aplicativos cuja instalação é grátis. Dessa forma, os criminosos conseguem lucrar com o golpe.A empresa diz que seus filtros de segurança impediram 600 mil pessoas de acessar o link malicioso em 24 horas. Em certos momentos, o número de bloqueios chegou a 40 mil por hora.O golpe pode ter sido impulsionado pela notícia de um possível aumento no benefício do Bolsa Família em estudo pela equipe econômica do governo federal.Quem clica no link é obrigado a responder três perguntas: "Você possui o cartão bolsa família?", "Você recebe todo mês?" e "Você conhece amigos ou parentes que recebe?". As respostas não fazem diferença: no fim, a vítima deve encaminhar o golpe para dez amigos ou grupos antes de ter acesso ao "benefício".Quem recebe a mensagem é aconselhado a ignorá-la e não acessar o site indicado nem encaminhar o link.De modo geral, o golpe tem o mesmo formato das outras fraudes que circulam no WhatsApp. Portanto, usuários devem ficar atentos para não cair em outros golpes semelhantes, ainda que utilizem um tema diferente.SAIBA MAIS'Recarga grátis' atrai vítimas para novo golpe no WhatsAppGolpe no WhatsApp promete kit de maquiagem pelo Dia da MulherGolpe no WhatsApp atinge milhares com falso cupom de fast foodGolpe no WhatsApp sobre '14º salário' chega a milhares de internautas'CNH gratuita' vira tema de golpe no WhatsApp, alerta empresaGolpes no WhatsApp podem elevar conta do celular; veja lista e fuja deles Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] ...

Virada Cultural 2018: programação terá Xuxa, Balão Mágico, Caetano Veloso e palco gospel em...

Interlagos e Anhembi, que tiveram público baixo em 2017, saem de cena, mas evento terá novos palcos fora do Centro. Virada será dias 19 e 20 de maio. Xuxa Meneghel vai se apresentar na Virada Cultural de São Paulo Alexandre Durão/G1 A Virada Cultural de São Paulo vai transformar o Vale do Anhangabaú num parque de diversões com Xuxa e Balão Mágico entre os dias 19 e 20 de maio. Entre as outras atrações do evento estão de Beth Carvalho a Jota Quest, passando por Caetano Veloso, É o Tchan é um palco dedicado à música gospel. O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Cultura, André Sturm. Veja a programação da Virada Cultural de SP Segundo Sturm, assim como em 2017, a Virada Cultural pretende se descentralizar. Alguns dos principais palcos da edição passada, porém, como o autódromo de Interlagos e o sambódromo do Anhembi, saíram da programação. Longe do centro, a Virada estreia na Praça do Campo Limpo (Zona Oeste), onde se apresenta o sambista Diogo Nogueira, e no estacionamento do Itaquerão (Zona Leste). A Chácara do Jockey está mantida na programação. “A descentralização leva as pessoas a descobrirem que ao lado da casa delas tem um teatro, um centro cultural, uma biblioteca”, disse Sturm. “Não é todo mundo que pode vir pro centro.” Em 2017, única Virada feita na gestão João Doria, a grande novidade foi a alocação dos principais artistas em palcos fora do centro. Muitas das atrações ficaram esvaziadas - segundo Doria, por conta da chuva que caiu na cidade durante o evento. Caetano Veloso no FIB 2017 Laecio Lacerda Centro Agora, muitas das principais atrações voltam ao centro da cidade, como Xuxa, Gretchen É-o Tchan e Caetano Veloso. Os dois últimos se apresentam em trios elétricos, sendo que Caetano estará acompanhado do bloco Tarado Ni Você. A Avenida Paulista também entra no evento com todos os seus museus e equipamentos culturais abertos de graça e em horário estendido no fim de semana. No Boulevard São João passam Ira!, Nação Zumbi e Geraldo Azevedo cantando álbuns de destaque de suas carreiras. Também no Centro, a Biblioteca Mário de Andrade promove leituras dramáticas, intervenções, apresentações de teatro e exibição de filmes. A Praça da República recebe o palco Queer. Parque da Juventude Na Zona Norte, o Parque da Juventude também faz sua estreia na Virada Cultural. As atrações gospel estarão concentradas no Centro Esportivo Tietê. Outra diferença em relação à Virada de Doria é que não haverá patrocínio privado na edição de 2018. Segundo Sturm, o evento terá um orçamento de R$ 13 milhões, e espera um público total de entre 3 milhões e 3,5 milhões de pessoas. Em 2017, chuva atrapalhou atrações no palco da Virada Cultural no Autódromo de Interlagos G1 ...

Grasshopper: conheça o game interativo que ensina a programar no celular

Desde 2013 as maiores empresas de tecnologia do mundo tem investido na produção de conteúdo educacional para o ensino de programação de computadores. Essa iniciativa contempla, desde estudantes nas classes iniciais, até alcançar adolescentes e adultos. Muitos especialistas afirmam que aprender a programar será uma competência tão importante quanto falar mais de um idioma. As vantagens de se aprender a codificar são várias, desde a melhora na capacidade de resolver problemas complexos, o aumento no raciocínio lógico e quem sabe pode servir para o ingresso numa carreira profissional. É possível iniciar o aprendizado por conta própria, nessa semana o Google lançou um aplicativo que ajuda a aprender os conceitos básicos de programação através de um jogo interativo, confira.    Sobre o aplicativo    O Grasshopper é um app gratuito, disponível para as plataformas Android e IOS, que funciona de maneira semelhante do Duolingo - app para o estudo de idiomas. Nele o usuário vai respondendo um questionário, visualizando exemplos de códigos e exercitando as lições. A codificação empregada utiliza o Java Script (linguagem amplamente utilizada na interface de páginas de internet), o aprendizado obtido permite conhecer um pouco da sintaxe dessa popular linguagem de programação - o raciocínio lógico desenvolvido pode ser empregado em outras linguagens. Os exemplos apresentados no aplicativo podem ser facilmente compreendido por crianças e também pelos adultos, todo o conteúdo tem uma apresentação lúdica que permite resolver pequenos desafios utilizando a lógica de programação para o desenvolvimento gradativo das habilidades.                                Embora o Grasshopper possua uma interface intuitiva, ele tem o aspecto negativo - todo o conteúdo é apresentado em inglês. O que pode representar uma barreira para quem não estiver habituado com o idioma estrangeiro. Mas vale salientar que para os leitores que realmente quiserem seguir em alguma carreira relacionada a computação, o conhecimento básico em inglês é fundamental. Uma excelente opção para complementar os exercícios no Grasshopper é criar uma conta no site CODE.ORG e praticar os exercícios propostos - site possui tradução para o português.                                  O Grasshopper é um app que vale a pena baixar no celular e usá-lo como um game, e quem sabe despertar o interesse em computação.    Imagens: Reprodução/G1 ...

Shows de Pabllo Vittar em Porto Alegre e Santa Maria são cancelados

Apresentações estavam agendadas para a próxima sexta-feira (27), na cidade do interior, e sábado (28) na capital gaúcha. Assessoria de imprensa da artista diz que houve descumprimento contratual por parte da produtora do evento. Pabllo Vittar em evento de lançamento do festival Milkshake Fabio Tito / G1 Dois shows da cantora Pabllo Vittar no Rio Grande do Sul foram cancelados nesta semana. A artista se apresentaria na próxima sexta-feira (27) em Santa Maria, na Região Central do estado, e no sábado (28), em Porto Alegre. Conforme a assessoria de imprensa de Pabllo, o cancelamento se deve ao "descumprimento contratual por parte do produtor". Ainda segundo a assessoria, quem comprou os ingressos deve entrar em contato com a produtora. O G1 tentou contato a produtoras responsáveis pelos eventos, e aguarda retorno. Os ingressos ainda são anunciados pela internet, e a empresa responsável pela comercialização diz não ter sido avisada sobre o cancelamento. A Bistrô Produções, uma das empresas responsáveis pelos shows informou que os espetáculos foram cancelados "por motivos de desacordo comercial". A produtora informa ainda que caso o ingresso tenha sido comprado em uma loja Multisom, o valor deve ser 100% reembolsado com a apresentação do ingresso. Caso a compra tenha sido realizada pela internet, com cartão de crédito, o valor será automativamente estornado, e caso o pagamento tenha sido feito por meio de boleto bancário, o reembolso deve ser solicitado pela página do Minha Entrada. O G1 tentou saber mais informações sobre o assunto com a assessoria de Pabllo, que informou que não vai se manifestar além do que já foi informado pela nota. Nota da assessoria de Pabllo Viemos aqui comunicar ao público e fãs de Santa Maria e Porto Alegre/ RS o cancelamento dos shows que aconteceriam nos dias 27/04 e 28/04, respectivamente, por motivo de descumprimento contratual por parte do produtor do evento que é o mesmo para ambas as cidades. Pedimos que todos aqueles que compraram ingressos antecipadamente entrem em contato com a produção do evento. Esperamos que possamos voltar às cidades o mais breve possível. Com carinho, Equipe PV. ...

Spotify aprimora versão gratuita, sob pressão da Apple e Amazon; veja o que muda

Veja as novidades do serviço de streaming mais popular do mundo. Usuário gratuito tem acesso livre a 15 playlists; modo de baixo consumo reduz o uso de dados. Serviço de streaming de música Spotify. Divulgação/Spotify A plataforma de música em streaming Spotify apresentou nesta terça-feira (24) uma nova versão gratuita para smartphones, a fim de fortalecer sua posição de líder no mercado, enquanto Apple e Amazon tentam alcançá-la. "Sabemos que esta é a única forma de atingir nosso objetivo de atrair bilhões de seguidores para a plataforma e fazer com que toda a indústria da música tenha o tamanho que deveria ter, segundo nós", explicou Gustav Soderstrom, chefe de pesquisa e desenvolvimento da companhia sueca em um evento em Nova York. O executivo explicou que 60% dos assinantes que pagam tinham sido, inicialmente, usuários do serviço gratuito. O serviço gratuito agora terá menos restrições, indicou o Spotify. Até agora, a versão móvel só permitia reproduzir músicas em modo aleatório, e o aplicativo escolhia as canções dentro de uma lista de reprodução. O Spotify, além disso, restringia o número de reproduções para uma mesma canção. Veja as novidades: A nova oferta agora permite que os usuários da versão gratuita escutem a faixa desejada quantas vezes quiserem, contanto que apareça em uma das 15 listas de reprodução personalizadas da plataforma. O usuário poderá acessar canções que não aparecem nestas listas de reprodução, mas terá de voltar ao modo aleatório para reproduzi-las. O Spotify também anunciou o lançamento de um modo de baixo consumo, que pode usar até 75% menos de dados para reproduzir músicas on-line. Por outro lado, o modo gratuito ainda tem desvantagens: O serviço gratuito continuará incluindo anúncios publicitários, diferentemente da versão paga. Não será possível baixar canções para ouvi-las sem conexão à internet, como está disponível na versão paga. O Spotify foi lançado na Bolsa de Nova York em 3 de abril. Nesta terça-feira, sua cotação se situou em 155,65 dólares por ação perto 13h10 (em Brasília), uma queda de 1,51% desde a abertura e de 6,17% em relação ao preço inicial. Daniel Ek, CEO do Spotify, durante evento em Nova York. Shannon Stapleton/Reuters ...

Nintendo Switch tem falha que permite instalar Linux

Dois grupos independentes de entusiastas divulgaram uma falha crítica no chip Tegra, usado no console Nintendo Switch. Especialistas do grupo "fail0verflow" conseguiram instalar o sistema operacional Linux no Switch e executar aplicativos indisponíveis no equipamento -- incluindo possíveis emuladores -- e é possível que a descoberta abra caminho para a pirataria de jogos.Tegra é uma linha de chips desenvolvida pela Nvidia, a mesma fabricante das placas de vídeo GeForce e Quadro usadas em computadores e notebooks. Além do Switch, chips Tegra são usados em tablets, como o Pixel C e o Nvidia Shield Tablet, e no console Android Nvidia Shield. A Nvidia também comercializa o chip para computadores de bordo no setor automotivo, mas a pesquisa dos grupos se concentrou no Switch da Nintendo.A pesquisadora Katherine Temkin, do ReSwitched, chamou o problema encontrado de Fusée Gelée. A técnica do fail0verflow foi batizada de ShofEL2. Ambos se tratam do mesmo problema, mas foram descobertos de forma independente pelos grupos.Vídeo do fail0verflow com o Switch executando Linux - assista. (Foto: Reprodução)Os pesquisadores descobriram que é possível entrar no Modo de Recuperação (RCM) do chip pressionando os botões de aumentar volume e energia ao mesmo tempo após conectar dois pinos no controle do Switch para imitar um botão "Home". Nesse modo de recuperação, é possível explorar uma falha na maneira que o chip Tegra interage com dispositivos USB. Como os códigos necessários para a tarefa já estão on-line, a ligação dos pinos -- que pode ser feita com um fio ou outros meios -- é o maior entrave para quem quiser testar a novidade.Como o erro está na bootroom do chip, que é travada de fábrica, a vulnerabilidade é considerada "incorrigível" nas unidades que já estão no mercado. A não ser que a Nintendo encontre alguma saída que não envolva modificações na bootrom, o problema só poderá ser corrigido na linha de produção em unidades futuras.A solução do problema cabe à Nvidia que, segundo os pesquisadores, recebeu um aviso antecipado sobre a falha. Segundo o fail0verflow, o primeiro grupo a encontrar o erro, o prazo de 90 dias de sobreaviso para a Nvidia -- tempo dado por especialistas que descobrem falhas antes de ir a público com uma descoberta -- acabaria nesta quarta-feira (25).Como a falha exige acesso físico ao Switch, não é possível explorar o problema sem contato prolongado com o console. A brecha é diferente de outro problema que foi divulgado em um evento em janeiro na Alemanha. Na ocasião, porém, especialistas já haviam alertado que o Tegra X1, por ser um chip comum e não um hardware específico do console, era mais vulnerável a ataques.Extração de bootROM levou seis anos no 3DSAinda não há meio de executar jogos piratas no Switch, mas, segundo o fail0verflow, o bug permite extrair todo o conteúdo da bootrom, além de chaves criptográficas. São essas chaves que possivelmente protegem o console contra a pirataria.O Linux é capaz de funcionar perfeitamente no console, inclusive com suporte à tela sensível ao toque e ao processador gráfico, mas não é capaz de executar os jogos do Switch.O grupo ReSwitched já estaria trabalhando em um custom firmware (CFW) para o Switch. Um custom firmware é um software baseado no sistema original, mas que afrouxa as proteções contra a execução de aplicativos não autorizados. Mas ainda não está claro se os programadores vão conseguir derrubar todas as proteções do console.Esses avanços demoraram mais no 3DS, o portátil anterior da Nintendo. Lançado em 2011, a falha conhecida como Sighax, divulgada em meados de 2017, foi a primeira a permitir a extração do conteúdo da bootrom do console. Apesar disso, piratas já estavam utilizando diversas técnicas para executar jogos copiados ilegalmente sem esse código, mas a criação do Sighax facilitou o procedimento e permitiu a decodificação de jogos sem o uso do console.Ainda não há qualquer procedimento semelhante para o PS Vita, o portátil Sony também lançado em 2011. No Vita, é possível executar emuladores e aplicativos, mas não cópias ilegais dos jogos originais da plataforma.O Switch foi lançado em março de 2017. As primeiras técnicas para dribar as proteções do console apareceram 9 meses após o lançamento. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] ...

George Ezra anuncia show gratuito no Cultura Inglesa Festival em SP no dia 10...

Cantor britânico do hit 'Budapest' fará seu primeiro show no Brasil. Iza também vai participar com suas músicas em português e covers em inglês. George Ezra Divulgação O cantor britânico George Ezra vai ser a atração principal do Cultura Inglesa Festival 2018, que acontece no dia 10 de junho no Memorial da América Latina, em São Paulo. O festival tem engrada gratuita. Os ingressos começam a ser distribuídos para o público geral no dia 28 de maio. Será o primeiro show de George Ezra no Brasil. Ele estourou com o single "Budapest", em 2014, e acaba de lançar o segundo disco, "Staying at Tamara's". Outra atração do Cultura Inglesa Festival em 2018 será a cantora brasileira Iza. Ela vai tocar suas músicas, como o hit "Pesadão", e covers em inglês. A bandas Staff only e Madame Groove também se apresentam. Cultura Inglesa Festival 2018 Data: 10 de junho (domingo) Shows: George Ezra, Iza, Madame Groove e Staff Only Horários: 15h: abertura dos portões; 16h: início dos shows Local: Memorial da América Latina – Praça Cívica Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Próximo à estação de metrô Barra Funda Capacidade: 20 mil pessoas Ingressos: retirada gratuita Datas de retirada: 14 a 27/05 - Retirada exclusiva para alunos e funcionários da Cultura Inglesa; 28/05 a 09/06 - Retirada para o público geral; sujeito a disponibilidade Retirada no site www.livepass.com.br, no aplicativo da Livepass e nas unidades FNAC Paulista, Pinheiros e Morumbi. Veja mais informações no site do festival. ...