21/01/2020 ~ 12:27
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Tema escuro do WhatsApp poderá ser ativado de forma automática

A versão beta do WhatsApp ganhou uma nova build. Desta vez, ela não traz novos recursos, mas estágios avançados dos recursos que já estão em fases de testes. É o caso do tema escuro, que apareceu no WhatsApp beta há alguns meses.

Agora, podemos perceber, por meio da figura abaixo, que o modo escuro do app poderá ser ativado de forma manual, mas também de forma automática, seguindo a ativação do modo de economia de energia do Android.

Fonte: WABetaInfo/Repdoução

Recurso só é útil em telas AMOLED

Se esse tipo de opção para ativar o modo escuro for mantida em uma versão estável do app, ela será especialmente útil para os donos de celulares que possuem tela AMOLED. Esse tipo de tela, ao usar imagens com fundos pretos, desativam os pixels das áreas escuras, poupando energia.

No entanto, em celulares que têm tela feita de LCD IPS, imagens com fundo escuro não impactam no consumo de energia.

De qualquer forma, como as telas AMOLED estão se popularizando e chegando cada vez mais em smartphones intermediários, ter essa opção de ativação automática do modo escuro não deixa de ser uma novidade viável.

App estável apresenta problemas

Outras notícias recentes sobre o WhatsApp relatam que a última versão estável do app lançada na Play Store tem consumido mais bateria que o normal.

Embora o problema não tenha sido reconhecido oficialmente, você pode checar o relatório de consumo de bateria em seu aparelho para observar se o app aparece com mais horas de uso do que o tempo que você realmente ficou com ele ativo.

Voltando ao modo escuro, ainda não há previsão de quando o recurso será lançado em uma versão final do mensageiro.

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Fonte: Tec Mundo

Brasil é o 3º país que mais faz download de aplicativos no mundo

Brasil é o 3º país que mais faz download de aplicativos no mundo

Imagem de: Brasil é o 3º país que mais faz download de aplicativos no mundo

Um estudo divulgado pelo Cuponation revelou que o Brasil foi o terceiro país que mais baixou aplicativos ao redor do globo no terceiro trimestre deste ano. O relatório em questão, feito com base em dados do documento Store Intelligence Data Digest, mostra que nosso país perde apenas para Índia e Estados Unidos, que ocupam, respectivamente, a primeira e a segunda posições no ranking.

Outro detalhe mencionado no estudo em questão é o fato de que a maior parte desses downloads foram feitos na Google Play. Considerando apenas a ela, o Brasil ficaria na segunda posições entre os países com mais downloads (passando de 1,73 bilhão para 2 bilhões comparando o terceiro trimestre de 2018 e o mesmo período deste ano) e perde apenas para a Índia.

(Fonte: Cuponation/Reprodução)

Já entre os aplicativos mais baixados como um todo, pudemos ver um aumento na quantidade de vezes que os usuários baixaram apps de lojas online, que representaram uma variação positiva de 17,9% no terceiro trimestre deste ano em uma comparação com o mesmo período de 2018. Isso se deve, entre diversas circunstâncias, aos descontos exclusivos oferecidos nesses softwares e à aproximação da Black Friday.

Disparado à frente encontramos a categoria de games como a que mais cresceu nos últimos meses, e parte disso se deve ao lançamento de Call of Duty: Mobile e alguns outros títulos recentes que certamente caíram no gosto do público.

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Source: Brasil é o 3º país que mais faz download de aplicativos no mundo

Agenda Netflix: 51 novidades e retornos ao streaming nesta semana

Agenda Netflix: 51 novidades e retornos ao streaming nesta semana

Imagem de: Agenda Netflix: 51 novidades e retornos ao streaming nesta semana

Netflix Brasil programou 51 títulos para os próximos 7 dias em sua plataforma de streaming, entre lançamentos e retornos ao catálogo.

Nas produções originais da companhia, destacam-se os filmes O Rei (estrelado por Timothée Chalamet e Robert Pattinson) e American Son (com Kerry Washington), além da nova série alemã Nós Somos a Onda (baseada no longa A Onda, de 2008).

A Netflix lança ainda novas temporadas de programas consagrados, como Atypical, The End of the F***ing World e She-Ra e as Princesas do Poder. A badalada Vikings também tem novos episódios disponibilizados nesta próxima semana!

Destaques da semana na Netflix

O Rei

Nós Somos a Onda

The End of the F***ing World: 2ª temporada

Confira abaixo a relação completa novidades chegando ao catálogo da Netflix Brasil nos próximos 7 dias. Vale lembrar que a programação pode sofrer alteração pela companhia sem aviso prévio.

Agenda Netflix de 31 de outubro a 6 de novembro

Dia 31 de outubro

  • Domínio do Tempo (2019) – série original
  • Grego Rossello: Disculpe las molestias (2019) – stand-up original
  • Kengan Ashura: 2ª temporada (2019) – anime original
  • Midnight Diner: Tokyo Stories: 2ª temporada (2019) – série original japonesa
  • Vikings: 5ª temporada – Parte 2 (2018)

Dia 1º de novembro

  • 93 Dias (2016)
  • Ad Vitam (2018) – série original francesa
  • Agonia e Glória (1980)
  • Akame ga Kill! (2014)
  • American Son (2019) – filme original
  • Atypical: 3ª temporada (2019) – série original
  • Comer Rezar Amar (2010)
  • DanMachi – É errado tentar pegar garotas numa masmorra? (2015)
  • Dez Dias em Sun City (2017)
  • Dia de Treinamento (2001)
  • Drive (2019) – filme original indiano
  • Euforia (2018)
  • O Exorcismo de Emily Rose (2005)
  • Gandhi (1982)
  • Hache (2019) – série original espanhola
  • O Homem sem Gravidade (2019) – filme original
  • In My Country (2018)
  • Kill Zone 2 (2015)
  • As Loucas Aventuras de James West (1999)
  • Mães em Guerra (2018)
  • Minha Juventude (2019)
  • Mobile Suit Gundam: Iron-Blooded Orphans (2015)
  • Os Muppets Conquistam Nova York (1984)
  • Nós Somos a Onda (2019) – série original alemã
  • Nunca Visto (2019)
  • Oi Ninja (2019) – infantil original
  • Paradise em Chamas (2019) – documentário original
  • Queer Eye: Luz, Câmera, Japão! (2019) – série original
  • O Rei (2019) – filme original
  • Resgate do Coração (2019) – filme original
  • Serviço Nacional (2018)
  • Tatu (2017)
  • Toun – A Nova Rica (2018)
  • Tucker: Um Homem e seu Sonho (1988)
  • Vera – Cores do Inverno (2019) – filme original
  • Vientos de agua (2005)
  • O Vizinho (2008)

Dia 4

  • Luccas Neto em: Acampamento de Férias (2019)
  • O Monstro ao Lado (2019) – série original

Dia 5

  • The End of the F***ing World: 2ª temporada (2019) – série original
  • Millennials: 2ª temporada (2019) – série original
  • Seth Meyers: Lobby Baby (2019) – stand-up original
  • She-Ra e as Princesas do Poder: 4ª temporada (2019) – série original
  • Tune In for Love (2019) – filme original coreano

Dia 6

  • Greenleaf: 4ª temporada (2019) – série original
  • Scams (2019) – série original japonesa

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Source: Agenda Netflix: 51 novidades e retornos ao streaming nesta semana

Brasil é ‘vice’ em tempo gasto em redes em ranking dominado por ’emergentes’

Descrição de chapéu BBC News Brasil

Fernando Duarte

Uma nova pesquisa detectou que o tempo gasto nas redes sociais globalmente aumentou quase 60% em média nos últimos sete anos.

A empresa de pesquisa GlobalWebIndex, com sede em Londres, analisou dados de 45 dos maiores mercados de internet do mundo e estimou que o tempo diário médio que cada pessoa dedica a sites ou aplicativos de mídia social aumentou de cerca de 90 minutos em 2012 para 143 minutos nos primeiros três meses de 2019.

Existem grandes variações regionais e nacionais. Em termos regionais, a América Latina é onde mais se utiliza redes sociais no mundo –a média diária é de 212 minutos, enquanto, o nível mais baixo foi registrado na América do Norte, com 116 minutos.

As Filipinas são o país onde as pessoas passam mais tempo nas redes sociais: 241 minutos por dia, enquanto, no Japão, são apenas 45 minutos.

O Brasil vem em segundo no ranking, com 225 minutos, um aumento em relação a 2018, quando o tempo médio gasto com isso foi de 219 minutos.

Os países mais “sociais”*

Tempo médio gasto com mídia social

Ranking País Minutos (2019) Minutos (2018)
1 Filipinas 241 248
2 Brasil 225 219
3 Colômbia 216 214
4 Nigéria 216 206
5 Argentina 207 197
6 Indonésia 195 203
7 Emirados Árabes 191 180
8 México 190 194
9 África do Sul 190 178
10 Egito 186 185
12 Arábia Saudita 186 172
13 Turquia 185 172
18 Rússia 148 141
19 Índia 145 148
22 China 139 120
25 EUA 117 125

Em quase metade dos países, tempo de uso caiu

Mas, talvez surpreendentemente, a pesquisa com cerca de 1,8 milhão de pessoas também revelou que esse tempo permaneceu o mesmo ou diminuiu em quase metade dos países (20).

O GlobalWebIndex diz que os dados apontam que muitas pessoas “estão tendo uma melhor percepção do tempo que passam diante das telas”.

“Os usuários de internet agora passam mais de seis horas online por dia, e um terço desse tempo é dedicado às redes sociais”, disse Chase Buckle, gerente de tendências da empresa.

“Com as crescentes preocupações em torno de privacidade e moderação de conteúdo, a presença das redes sociais no cotidiano se tornou uma questão importante. A quantidade de tempo diário que dedicamos a elas é um dos indicadores mais visíveis disso.”

Das nações pesquisadas, a Tailândia registrou a maior queda no uso diário, de 194 minutos para 171 minutos, entre 2018 e 2019. No Vietnã, caiu 10 minutos em comparação com o ano passado.

‘Superaplicativos’ são populares na Ásia

A média na China é agora de 139 minutos por dia nas redes sociais, 19 a mais do que em 2018. Houve um aumento de 14 minutos na Arábia Saudita e de 13 na Turquia.

“Na Ásia, o cenário das redes sociais é bastante único. Os ‘superaplicativos’ – programas de rede social que vão muito além do papel principal – são populares. Permitem que usuários não apenas se conectem com colegas, mas também façam qualquer coisa, desde pagar contas de serviços públicos, reservar restaurantes, pedir táxis e pagar por itens em lojas”, explicou Buckle.

“Na China, o WeChat domina o cenário das redes sociais, e cada vez mais atividades estão migrando para o aplicativo, dando aos consumidores mais e mais razões para usar no dia-a-dia.”

Dados demográficos

O aumento do tempo gasto nas plataformas parece ser sustentado por uma faixa etária específica, de 16 a 24 anos.

São essas pessoas que gastam mais tempo por dia online – o GlobalWebIndex aponta um uso diário de rede social de pouco menos de 180 minutos, em média, em 2018.

Quanto mais jovem a população, maior será o tempo de uso geral de um país, e é por isso que os países emergentes lideram o ranking de “tempo gasto online”.

“Os usuários jovens permanecem entre os mais engajados em geral, em comparação com outras faixas etárias. A realidade é que eles continuarão sendo os mais engajados”, acredita Buckle.

Preocupação com a saúde mental

Especialistas alertam que o tempo de uso mais longo está associado a uma série de problemas de saúde mental.

“Pesquisas indicam que as pessoas que passam mais tempo usando as redes sociais são menos felizes”, diz Ashley Williams, professora da Harvard Business School.

“O uso excessivo de tecnologia pode ser problemático. Em casos extremos, está ligado à depressão, acidentes e até morte.”

Os riscos potenciais parecem ter desencadeado mudanças comportamentais: o uso de aplicativos de “bem-estar digital”, que limitam ou rastreiam o tempo gasto, estão aumentando.

O estudo GlobalWebIndex mostrou que usuários “pesados” das redes sociais são mais propensos a usar essas ferramentas – incluindo os mais jovens.

“Eles são muito familiarizados com o mundo digital, mas isso também lhes permite regular com mais facilidade o tempo de uso. Mais de dois terços daqueles entre 16 a 24 anos admitem estar constantemente conectados, e mais de um terço também diz que a tecnologia torna a vida mais complicada. Há uma clara consciência do impacto da tecnologia em suas vidas “, observou Buckley.

O que é ideal?

Não existe um “número mágico” oficial para o tempo que as pessoas devem passar online. A Organização Mundial da Saúde publicou suas primeiras diretrizes em abril do ano passado – e são voltadas para crianças menores de cinco anos.

Um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado em dezembro passado descobriu que limitar o uso das redes sociais a 30 minutos por dia mostrou “reduções significativas na solidão e na depressão” em um grupo de 143 estudantes que participaram de um experimento.

Mas alguns especialistas acreditam que a questão é mais complexa. “As redes sociais são incrivelmente diversas – sites diferentes oferecem uma variedade de recursos diferentes. Isso torna extremamente difícil generalizar sobre os efeitos”, explica Andy Przybylski, psicólogo do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

BBC News Brasil

*Fonte: GlobalWebIndex, 2019      

Fonte: Folha de S.Paulo Tec

Guia de profissão: o que faz um editor de vídeo?

A pergunta do título parece um pouco óbvia. Especialmente se levarmos em conta que a própria atuação traz a descrição de uma das atividades dessa profissão. Porém, engana-se quem pensa que as atividades de um editor de vídeo resumem-se a, apenas, “editar vídeos”.

Na verdade, boa parte do resultado de um trabalho de gravação depende muito da habilidade artística e da criatividade desse profissional. Sem o toque final do editor de vídeo, uma produção pode ficar bem diferente da ideia original — para melhor ou para pior.

É por isso que é muito importante entender, de verdade, o que um editor de vídeo faz. E, para aqueles que estiverem interessados em entrar nessa carreira, há boas oportunidades de aprendizado ao final deste artigo.

O que faz um editor de vídeo?

Em essência, esse profissional é responsável por pegar um material bruto (geralmente uma gravação sem cortes) e editá-lo. Nesse processo, ele elimina as falhas, corta os excessos e estrutura a sequência de cenas para que o vídeo faça sentido, tenha continuidade e seja mantido o contexto de cada acontecimento. Porém, a simples descrição dessas ações não exprime a dificuldade que elas podem impor.

Para chegar a um resultado agradável, o editor de vídeo precisa ter uma série de habilidades específicas. A criatividade é uma delas, já que o profissional pode inserir e modificar algumas partes da gravação para que ela se torne ainda melhor (ou mais adequada a um roteiro, por exemplo). Na edição de um filme, o editor (ou grupo de editores) é o responsável por analisar as gravações e trabalhar nelas para que o produto final fique de acordo com o esperado.

Nesse contexto, há uma série de aspectos que podem tornar o processo complexo. Prazos apertados a serem cumpridos, necessidade de regravações ou gravações de má qualidade são apenas algumas situações com que editores de vídeo podem precisar lidar em seu dia a dia. Contudo, vale ressaltar que muitos se sentem satisfeitos por atuar nesse ramo, exercendo suas atividades com paixão e esmero.

Campos de atuação

O profissional dessa área pode atuar em uma série de segmentos da indústria. A TV e o cinema, mais tradicionais, absorvem muitos dos melhores editores de vídeo disponíveis no mercado. Já a área da publicidade e a propaganda também apresenta forte demanda para esses profissionais, tanto que as agências buscam com frequência o auxílio dos editores de vídeo, assim como as empresas de comunicação em geral.

Ainda, com o sucesso de redes sociais, como o YouTube, surgem cada vez mais trabalhos para os editores de vídeo. Até mesmo profissionais independentes ou que trabalham como freelancers podem ganhar a vida com edições audiovisuais para seus clientes.

O perfil do editor de vídeo

O editor de vídeo precisa ter uma série de competências importantes para desempenhar bem o seu trabalho. Entre elas, podemos mencionar:

  • conhecimento sobre roteirização;

  • boas noções de estrutura narrativa;

  • linearidade;

  • olhar artístico sobre a obra;

  • afinidade com as tecnologias disponíveis.

Essa última capacidade, inclusive, pode ser facilmente desenvolvida pela internet. Como? Por meio de uma parceria entre o TecMundo e a Udemy. Em conjunto com a maior plataforma de cursos online do mundo, estamos oferecendo alguns cursos com desconto para você aprender a como ser um editor de vídeo. Todas as ofertas são de cursos atualizados e muito relevantes para quem quer estudar sobre o tema. Confira as ofertas que o TecMundo e a Udemy prepararam para você!

Edição de Vídeo Professional com WONDERSHARE FILMORA-Windows

Como Editar Vídeos – Módulo Básico – SUB Español

Conheça a Udemy

Somente quem já estudou na Udemy conhece todas as vantagens oferecidas pela plataforma. Um dos maiores benefícios é exatamente para aqueles que ainda estão com “um pé atrás”. Caso o aluno não fique satisfeito com o conteúdo do curso adquirido, é possível pedir o reembolso em até 30 dias após o pagamento e início das aulas.

Vale destacar que o pagamento pelo conteúdo e acesso é feito uma única vez e dá acesso vitalício às aulas. Sem assinatura ou qualquer outro tipo de cobrança adicional para os alunos. Além disso, se o investimento em cursos for superior a R$ 50,00, é possível parcelar a compra em até 3 vezes no cartão de crédito.

Todos os cursos da Udemy também possuem certificado de carga horária, comprovando que você assistiu ao conteúdo das aulas. Como estamos falando de cursos online, você pode estudar em qualquer horário e ainda usar os aplicativos da plataforma, disponíveis para Android e iOS. É possível até mesmo baixar as videoaulas para assistir em locais sem conexão com a internet.

Se você ficou interessado, confira os milhares de cursos disponíveis pela Udemy para você dar um UP na sua carreira!

Fonte: Tec Mundo

Receita de games mobile pode superar US$ 100 bi em 2020

O sucesso dos jogos mobile deve continuar rendendo grandes lucros para a indústria em 2020. De acordo com o relatório State of Mobile 2020 da agência americana AppAnnie, a receita em todas as lojas de aplicativos deve ultrapassar US$ 100 bilhões neste ano.

A pesquisa mostrou que os usuários gastaram mais de US$ 90 bi com jogos mobile em 2019, o que representou 56% do faturamento da indústria de games. Em uma breve comparação, os usuários gastaram 2,4 vezes mais com títulos para dispositivos móveis do que para PC. Esse número aumenta para 2,9 vezes mais em relação aos consoles.

Segundo a AppAnnie, 1121 jogos para celular conseguiram arrecadar mais de US$ 5 milhões com vendas de cópias e microtransações. Além disso, apenas 140 jogos conseguiram ter um desempenho elevado e faturar mais de US$ 100 milhões.

Jogos casuais são os preferidos entre os usuários de dispositivos móveis. (Fonte: VNP for Gaming/Divulgação)

O State of Mobile 2020 também analisou os hábitos dos jogadores e identificou os gêneros que mais se destacam. De todos os conteúdos baixados, 82% são jogos casuais com destaque para a temática de arcade (47%) e quebra-cabeças (21%).

Os games mais “completos” representam 18% dos downloads, porém eles são os que mais ocupam o tempo dos usuários (55%). Jogos de ação (38%) e RPGs (7%) são os gêneros preferidos deste pequeno grupo, enquanto os outros títulos equivalem a 10%.

Por fim, a pesquisa revelou os cinco jogos com os quais os jogadores gastam mais dinheiro em 12 países diferentes, incluindo o Brasil. Por aqui, Free Fire é o título com maior número de usuários, seguido por Brawl Stars, Ragnarok M, Saint Seiya: Awakening e PUBG Mobile.

Confira a lista completa na imagem abaixo:


Ranking de games mobile com maior gasto por consumidor em diferentes países. (Fonte: AppAnnie/Divulgação)

The Mandalorian: como a série expande o universo de Star Wars

Uma das melhores coisas sobre Star Wars é o tamanho, quase sem fim, do seu universo, o que pode gerar sempre novas histórias, com novos personagens e com diferentes abordagens. E, embora pouco desse potencial tenha sido explorado oficialmente, a Disney certamente deve ter inúmeros planos para fazer valer a pena o investimento de mais de US$ 4 bilhões da compra da Lucasfilm.

Aproveitando uma classe de personagens que já era conhecida do público, mas que nunca teve a sua mitologia devidamente explorada, The Mandalorian consegue trazer algumas novidades, ao mesmo tempo que nunca deixa de lado o peso de Star Wars. Se você ainda não se convenceu, preparamos uma lista mostrando como a produção do Disney+ amplia o cânone de uma das sagas mais importantes da cultura pop.

O código de ética

(Fonte: IMDb/Reprodução)

O primeiro episódio da série mostra o Mandaloriano, interpretado por Pedro Pascal, salvando a vida de um alienígena bebê da mesma raça que o mestre Yoda. A série deixa estabelecido que esses caçadores de recompensa mantém uma tradição de salvar crianças órfãs e adotá-las. A série abordar um costume tão relevante mostra como o objetivo da produção é aprofundar um grupo de personagens, algo que fazia tempo que não se via em Star Wars.

O “bebê Yoda”

(Fonte: IMDb/Reprodução)

Embora nada tenha sido revelado sobre quem é a recompensa que o Mandaloriano precisou encontrar no primeiro episódio, trazer uma espécie tão importante para o universo de Star Wars mostra a intenção de desenvolver mais alguns personagens clássicos. Mesmo sem saber muito sobre o pequeno alienígena, sua participação já trouxe alguns detalhes interessantes sobre ele, como a capacidade de controlar a Força, mesmo sendo muito novo. Se ele de fato possui alguma relação com o mestre Yoda, ainda não é possível saber, mas ver a série desenvolver um personagem tão amado pelos fãs, através de outro membro da sua espécie, é uma maneira inteligente de ampliar o universo da saga.

Aço Beskar

(Fonte: IMDb/Reprodução)

Conhecido também como ferro Mandaloriano, o Aço Beskar é uma liga utilizada na armadura Mandaloriana. A série mostra a importância desse material como uma moeda de troca para pagar pela captura do “bebê Yoda”. No cânone de Star Wars, o Aço Baskar é apresentado como uma liga de metal capaz de aguentar tiros de blaster e ataques com sabres de luz.

Richa com os Jedi

Star Wars Rebels (Fonte: IMDb/Reprodução)

A importância do Aço Beskar também traz à tona outra característica muito conhecida dos Mandalorianos: sua rivalidade com os Jedi. Desde a Antiga República, essas duas classes de guerreiros se enfrentam, com os Jedi chegando a dominar os caçadores de recompensa por um tempo. Foi a partir desse embate que os Mandalorianos perceberam a importância de desenvolver armas e armaduras capazes de colocá-los em pé de igualdade com seus rivais, os igualando à Força.

Nunca tire o capacete

(Fonte: IMDb/Reprodução)

Questão de honra para os Mandalorianos, o capacete jamais pode ser retirado na frente de outra pessoa. A série elabora o motivo disso, no quarto episódio, quando o protagonista revela que, desde que colocou sua armadura pela primeira vez, quase nunca retirou o capacete, e nunca o fez na frente de ninguém. Ainda não é possível saber se veremos o rosto do ator Pedro Pascal em algum momento, porém, para deixar essa ideia de preservar a face dos caçadores de recompensa, é pouco provável que isso aconteça.

Remanescente da Aliança Rebelde

(Fonte: IMDb/Reprodução)

Os Mandalorianos parecem não se envolver diretamente com eventos da franquia principal, mas isso não quer dizer que os caçadores de recompensa estejam isolados do resto da galáxia. Cara Dune é uma personagem que serve para fazer a ponte entre o que restou da Aliança Rebelde, mas não quis mais se envolver com os guerreiros e preferiu seguir seu próprio caminho. Após os eventos de O Retorno de Jedi, enquanto os rebeldes tentam implementar a paz no universo, ela preferiu trabalhar como mercenária, e é como ela entra em contato com o Mandaloriano da série. A sua presença mostra como os eventos da saga principal de Star Wars nem sempre tem efeitos diretos nos lugares mais remotos da galáxia.

Congelado em carbonita

(Fonte: IMDb/Reprodução)

Em O Império Contra-Ataca, Boba Fett congela Han Solo em carbonita, antes de entregá-lo ao Jabba the Hutt. Segundo o cânone da franquia, o caçador de recompensas não tinha certeza se isso daria certo. Porém, como é revelado em O Retorno de Jedi, a carbonita é uma excelente material para conservar corpos. A ideia foi tão bem-sucedida, que, em The Mandalorian, congelar as capturas no material já é algo comum para os caçadores de recompensa.

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Fonte: Tec Mundo

Internet, el médico favorito de los ‘millennials’

El 73% de los millennials prefiere buscar consejos de salud online a ir al médico. Así lo revela una encuesta de la empresa de software sanitario Harmony Healthcare IT de la que se ha hecho eco PCMag. De hecho, uno de cada cuatro lleva más de dos años sin pisar una consulta. 

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Fonte: Tecnología by EL País

Apple Express Transit chega a Londres; sem previsão para o Brasil

O modo Express do Apple Pay para transportes públicos chegou a Londres. Agora, para pagar as passagens, não será mais preciso validar a operação usando os dados biométricos do usuário via Face ID ou Touch ID. A novidade vale para todo o sistema de transportes londrino: ônibus, bondes e metrô. Para pagar, basta aproximar o iPhone ou o Apple Watch no leitor de cartões.

A adoção do modo Express Transit permite que a compra das passagens seja mais rápida; basta escolher um cartão de crédito (ou de transporte público) no qual o valor correspondente será descontado. É possível ainda desativar o modo Express e voltar a pagar com o dispositivo de maneira tradicional, ou seja, usando Face ID ou Touch ID.

Com o novo sistema, não é preciso mais autenticar a compra de passagens usando dados biométricos do usuário. (Fonte: Pocket-lint/Reprodução)

A novidade estará disponível para iPhones SE, 6S e modelos superiores, assim como para os smartwatches da marca. Mesmo que o dispositivo fique sem bateria, ainda será possível usar o recurso na rede de transportes londrina por até cinco horas (a facilidade, porém, está disponível somente para usuários dos iPhones XS, XR ou modelo superior).

Sem previsão para o Brasil

Não há previsão de quando o Apple Express Transit vai estar disponível no Brasil. Ele já foi implantado, além de Londres, em Pequim e Xangai (China); Japão; Nova York (apenas em estações selecionadas) e Portland (EUA). No Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo têm suporte somente para o Apple Pay e, mesmo assim, só em alguns modais de transporte público.

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Fonte: Tec Mundo

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