Embora estúdios uma vez que a Lionsgate estejam apenas suspendendo as estreias de seus títulos mais aguardados por justificação da pandemia da CONVID-19, outros, como a Universal, optaram por testar lançamentos em plataformas de streaming e vídeo sob demanda. Com as recomendações de quarentena para evitar a disseminação do vírus, muitos cinemas fecharam as portas e, uma vez que consequência, as bilheterias têm atingido números historicamente baixos.

Em edital no {Brasil} desde o dia 12 de março, Bloodshot, da Sony, não deixou de ser afetado. Nos EUA, o filme ganhará lançamento antecipado no dia 24 de março em plataformas uma vez que Movies Anywhere, Google Play Store, Vudu e iTunes, mas ainda não há informações de quando terá distribuição internacional nesse formato. O presidente da Sony Pictures falou ao The Hollywood Reporter sobre a decisão:

“A Sony Pictures está solidamente comprometida com a exibição em cinemas e apoiamos outras janelas de exibição. Essa é uma situação única e extremamente rara em que os cinemas precisam fechar em todo o país por um muito maior e Bloodshot está abruptamente indisponível em qualquer meio. O público agora terá a chance de possuir Bloodshot imediatamente e vê-lo em moradia, onde todos estamos gastando mais tempo. Estamos confiantes de que – uma vez que outras empresas afetadas pelo vírus – os cinemas se recuperarão com força e estaremos lá para apoiá-los”.

Imagem: Sony Pictures

Orçado em US$ 45 milhões, Bloodshot só conseguiu recolher metade desse valor ao volta do mundo até o momento. No {Brasil}, é o mais visto da semana de estreia, mas isso não significa grandes números: somente 144 milénio pessoas haviam visto o filme até domingo, dia 15, o que corresponde ao baixíssimo faturamento de R$ 2,3 milhões, segundo informações do G1.

Natividade: GameSpot, G1

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